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Calma que eu volto!

quinta-feira, maio 17th, 2012

Tô enroladaça de trabalho, gente!

Assim que der eu volto com meus exorcismos!

(Enquanto isso, passem pelo Te dou um dado? que baixou uma vibe Bruxa neles lá que tá uma delícia! :D )

#beijomeliga

Luis Fernando, seu lindo! ♥

quinta-feira, março 22nd, 2012

Faz tanto tempo que não compartilho um texto do Verissimo aqui, né?

Pois bem: o de hoje merece!

E não se avexem: o texto abaixo é um autêntico Verissimo! Estampa a Zero hora e o globo de hoje. Podem verificar!!!

 

Territórios livres

Imagine que você é o Galileu e está sendo processado pela Santa Inquisição por defender a ideia herética de que é a Terra que gira em torno do Sol e não o contrário. Ao mesmo tempo, você está tendo problemas de família, filhos ilegítimos que infernizam a sua vida, e dívidas, que acabam levando você a outro tribunal, ao qual você comparece até com uma certa alegria. No tribunal civil, será você contra credores ou filhos ingratos, não você contra a Igreja e seus dogmas pétreos. Você receberá uma multa ou uma reprimenda, ou talvez, com um bom advogado, até consiga derrotar seus acusadores, o que é impensável quando quem acusa é a Igreja. Se tiver que ser preso, será por pouco tempo, e a ameaça de ir para a fogueira nem será cogitada. No tribunal laico, pelo menos por um tempo, você estará livre do poder da Igreja. É com esta sensação de alívio, de estar num espaço neutro onde sua defesa será ouvida e talvez até prevaleça, que você entra no tribunal. E então você vê um enorme crucifixo na parede atrás do juiz. Não adianta, suspiraria você, desanimado, se fosse Galileu. O poder dela está por toda a parte. Por onde você andar, estará no território da Igreja. Por onde seu pensamento andar, estará sob escrutínio da Igreja. Não há espaços neutros.

Um crucifixo na parede não é um objeto de decoração, é uma declaração. Na parede de espaços públicos de um país em que a separação de Igreja e Estado está explícita na Constituição, é uma desobediência, mitigada pelo hábito. Na parede dos espaços jurídicos deste país, onde a neutralidade, mesmo que não exista, deve ao menos ser presumida, é um contrassenso – como seria qualquer outro símbolo religioso pendurado.

É inimaginável que um Galileu moderno se sinta acuado pela simples visão do símbolo cristão na parede atrás do juiz, mesmo porque a Igreja demorou mas aceitou a teoria heliocêntrica de Copérnico e ninguém mais é queimado por heresia. Mas a questão não é esta, a questão é o nosso hipotético e escaldado Galileu poder encontrar, de preferência no Poder Judiciário, um território livre de qualquer religião, ou lembrança de religião.

Fala-se que a discussão sobre crucifixos em lugares públicos ameaça a liberdade de religião. É o contrário, o que no fundo se discute é como ser religioso sem impor sua religião aos outros, ou como preservar a liberdade de quem não acredita na prepotência religiosa. Com o crescimento político das igrejas neopentecostais, esta preocupação com a capacidade de discordar de valores atrasados impostos pelos religiosos a toda a sociedade, como nas questões do aborto e dos preservativos, tornou-se primordial. A retirada dos crucifixos das paredes também é uma declaração. No caso, de liberdade.

Presidenta metafísica

sábado, fevereiro 11th, 2012

Diante desta manchete do Estadão,

(o título prossegue, mas eu nem me dei ao trabalho de ler. Pô, a zifia é leão-de-chácara de ectoplasma, gente! Pensa que isso é pouco?)

Tenho MAR-NA-DA a declarar. (Mentira, né? Vocês já se acostumaram ao fato de que eu não digo mais nada mas sempre digo mais alguma coisa? Então…) Só digo duas coisas:

1) Dilma, não quero briga contigo, zifia!

2) Só eu que me lembrei dessa música daí de baixo?

 

Mortos amestrados

quinta-feira, setembro 1st, 2011

Agora bateu uma nostalgia aqui, sabe?

Faz bem uns dois anos que os mortos não aprontavam tanto! Lembro de ter publicado neste caldeirão em 2009 sobre as peripécias de vários mortos. tudo começou com os mortos catarinenses, aqueles hipocondríacos. Parece que foi ontem que eu terminei esse post pedindo por manifestações dos mortos argentinos – o que ocorreu cinco dias depois, aqui (eu e meu lado irmã Selma! Tenho medo quando ssascoisa acontecem!). Isso sem contar dos mortos que foram todos mortos (é isso mesmo que você leu!)  nesta nota do Globo.

Daí, a presuntaiada (é ficou horroroso, mas veja só a quantidade de mortos que já tem no parágrafo de cima! Uma carnificina só! Deixa eu variar um cadim a expressão!) sossegou um pouco em 2010. Mas neste segundo semestre, eles resolveram… er… voltar do mundo dos mortos (viu? num dá pra escapar! êta palavrinha safada, viu?) pra nos assombrar! Ó só:

Primeiro foi o morto da Oscar Freire que ressuscitou no UOL e foi posar com Lea T. (tudo bem que só uma mexidinha no tempo verbal pra Modelo morto em SP HAVIA POSADO com Lea T. não faria com que o zifio ressuscitasse só pra posar com Lea T. Mas o que ferrou de vez foi o lá nosencima: “após assassinato!” Experiência mediúnica perde!).

Depois, foi o tal do quase-morto escapado da Espanha que não escapou de morrer depois (dica do Leomar Moreira, por e-mail).

O que mais me causou espécie nessa história é que eu li o texto bem-escrito (NO SITE DA FOLHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!). Mas a France-Presse não perde a oportunidade de dar suas patacoadas (falo de cadeira: já trabalhei lá, conheço aquele povo!)

Antes de falar da construção do texto em si, deixa eu esclarecer a história:

Zifio caminhoneiro espanhol sofreu acidente com seu possante. Quase morreu. No hospital, foi consertado e sobreviveu. Ficou tão grato pelo ocorrido que resolveu sair ele mais duas tias em peregrinação para a Virgem dos Milagres de Caión.  Tava os três na estrada rumo a Caión, veio um carro, cataplof, e matou eles tudo. (sim, esse trechinho tá repleto de errinhos de português. divirta-se consertando esse parágrafo! Exercício da Bruxa! Aqui abaixo eu colei o texto “consertado”. Confere (do verbo conferir, mesmo! checar pra ver se ficou igual!) aí embaixo. O texto tá em branco, se você selecionar com o mouse consegue ler!)

Zifio caminhoneiro espanhol sofreu acidente com seu possante. Quase morreu. No hospital, foi consertado e sobreviveu. Ficou tão grato pelo ocorrido que saiu com mais duas tias em peregrinação para a Virgem dos Milagres de Caión.  Os três estavam na estrada rumo a Caión, veio um carro, cataplof, e matou todos eles.

A AFP contou a história assim:

O caminhoneiro espanhol de 40 anos seguia a pé por uma estrada secundária com um grupo, no qual estavam duas tias, também falecidas, em direção a Caión, a 30 quilômetros de Ordes, informou a prefeitura.

Ele caminhava para agradecer por ter sobrevivido a um acidente de trânsito, mas com menos de um quilômetro de peregrinação o grupo foi atropelado.

Pelo horário da publicação da história, imagino quem tenha feito a tradução do texto em espanhol (que deveria estar ainda pior!). Mas deixa isso prá lá que eu não sou de ficar fazendo fofoca (faz de conta que você acredita em mim, vai? ;) ). Mas enfim. Quarenta minutos depois, a Folha deu uma melhorada no texto da AFP, e contou a história assim:

O caminhoneiro espanhol de 40 anos seguia a pé por uma estrada secundária com um grupo, no qual estavam duas tias, que também morreram, em direção a Caión, a 30 km de Ordes.

Ele caminhava para agradecer por ter sobrevivido a um acidente de trânsito, mas, com menos de um quilômetro de peregrinação, o grupo foi atropelado. Os três familiares não resistiram aos ferimentos e morreram.

Aparentemente, as amebas escreventes da Folha estão sucumbindo à clareza redacional.

Mas é bom ver que, volta e meia, os mortos voltam à ativa. eu me divirto muito com eles! :D

Presidenta – pode mas, por mim, não deveria

quinta-feira, novembro 4th, 2010

Este post já deveria estar pronto, engatilhado pra entrar no ar no domingo, mas quem disse que deu tempo de pesquisar e escrever?

O correto é presidente ou presidenta? E, mais importante que isso, por que eu implico tanto com a palavra presidenta?

Enfim, lamúrias de falta de tempo à parte, toda vez que me pinta uma dúvida crucial dessas deixo pro Manual de Redação do Estado de SPaulo (a melhor coisa já produzida naquele prédio do clã dos Mesquita) resolver tais dilemas existenciais, e só questiono se o argumento deles for muito risível (por exemplo, o jornal dos Mesquita recomenda que a principal cidade dos Estados Unidos seja grafada como Nova York, com Y e k, porque Nova Iorque é uma cidade maranhense. Oi? Se é pra escrever York com ípsilon e cá , usem também o New que vem de brinde e orna com York, como fazem os franceses: Je suis à New York. Vamos combinar que York precedida de Nova é de uma jequice sem par, né? Mas vejam a minha capacidade de dispersão: pra falar do feminino de presidente, fui parar em Nova Iorque!)

Ao voltar de Nova Iorque, com meu Manual do Estadão em mãos, lá fui eu verificar. É presidente ou presidenta? O Manual foi lacônico:

Presidente. Use presidente para homem e mulher: o presidente da República, a presidente da Câmara dos Vereadores.

Mas por que a presidente, se qualquer dicionário da língua portuguesa aceita a grafia presidenta - ainda que alguns a definam como a mulher do presidente, e não aquela que preside?

Fui ter a respeito com a Giovanna Valenza, que entende do assunto de forma razoável, por assim dizer: professora de latim para o direito, bacharel  e mestre em linguística pela Universidade Federal do Paraná (nas horas vagas, mãe do Ulisses, o bebê Odisseu :D , doceira de mão cheia e exímia jogadora de guitar hero, mas deixa isso prá lá. Isso não latte ;) )

Mas eu estava de prosa com a Giovanna, que revelou um detalhe básico: por sua morfologia, palavras terminadas em -ente podem simplesmente ser entendidas como:

o ente que [faz a ação do prefixo em questão].

em outras palavras (com trocadilho):

agente = o ente que age

ouvinte = o ente que ouve

palestrante = o ente que palestra

e, finalmente (que não vem a ser o ente que termina, fazfavor…)

presidente = o ente que preside.

Mas o que seria o ente, dona Bruxa?

de acordo com tio Antônio:

ente
substantivo masculino
1 o que existe, o que é; ser, coisa, objeto
1.1 o ser humano; pessoa, indivíduo
Ex.: e. querido
2 Derivação: por extensão de sentido.
tudo o que se crê existir
3 Rubrica: capoeira. Regionalismo: Brasil. Uso: informal.
certo passo de capoeira
4 Rubrica: filosofia.
cada um dos múltiplos seres existentes e concretos da realidade circundante (os seres humanos, os seres vivos, os objetos do pensamento e da natureza etc.) que não se confundem com o ser em si, o Ser ou a realidade absoluta

Ou seja: o ser que preside, não importa seu sexo, é presidentE.

Presidenta é corruptela (o quê, dona bruxa?)

Corruptela

substantivo feminino

(…) 3 pronúncia ou escrita de palavra, expressão etc. distanciada de uma linguagem com maior prestígio social

Pra concluir, a opinião de um site português que (surpresa!) concorda comigo:
Quanto ao termo “presidente” (…) Deverá dizer-se “a presidente”. As palavras terminadas em -ente são comuns de dois. Nem estou a ver nenhuma excepção: a presidente, a consulente, a agente, a cliente, a parente, a regente, a servente, a suplente, a tenente, a combatente, a concorrente, a confidente, a delinquente, a descendente, a indigente, a paciente, a recorrente, a requerente, a adolescente, a sobrevivente, etc. Tal característica decorre do facto de estas palavras serem na generalidade provenientes do particípio presente dos verbos latinos, com o significado primitivo de “aquele ou aquela” que preside, que consulta a respeito de, que age, etc. A terminação da palavra tem que ver com a duração da acção, e não com quem a pratica (masculino ou feminino), que vem identificado apenas no artigo.
Mas boa mesmo é a conclusão no parágrafo anterior:
A língua é dinâmica, e a fortuna de um vocábulo advém do uso que lhe derem os falantes, sobretudo os falantes cultos da língua
Tudo isso pra concluir que minhas divagações de nada prestam, oras!
Se os dicionários aceitam presidenta, zifio, sijoga, faz o que você quiser.
Mas aqui neste caldeirão a Dilma será sempre presidente.
(Como é bom falar de coisas improdutivas que não envolvam o Vaticano, não?)

Aos trabalhos, companheiros!

terça-feira, julho 20th, 2010

Malzaê!

Tô com um monte de post pra escrever aqui, e não consigo parar pra redigi-los com calma. Mas vou botar as coisas em dia aqui.

Vamos lá!

Somatório diferenciado traz novo conceito em pesquisa e inaugura um novo olhar matemático sobre as eleições presidenciais (Ah, eu não resisto) ou PORRA, IBOPE!

sábado, julho 3rd, 2010

NAONDE QUE 39+39+10+6+7 = 100 ?!?!!?!?!?!

Taqueopa… vou ter que dar aula de matemática de novo, é?

OK, crianças. Esta é mais uma ___ aula de jornalismo para a ___ imprensa. Se você ainda não sabe o que é uma ___ aula de jornalismo para a ___ imprensa, clique aqui. Último item. Mas volte logo, por favor.

Pra começo de conversa, jornalista deve ser isento. Se, por algum acaso, ele resolve não ser mais isento, deve pelo menos disfarçar a cara-de-pau de forma eficiente, eficaz e matematicamente confiável, ou a casa cai.

Ou isso ou ele deve ter competência o suficiente pra apontar possíveis erros de apuração, e descobrir onde está o erro, por que o erro foi cometido, e como corrigir.

Porque, né? Instituto de pesquisa é uma coisa (não achei palavra melhor pra definir. Se você achar, os comentários aí embaixo são a serventia da casa!) que se respalda por números. E número é outra coisa que não suscita muita dúvida (Se você pensou em dizer “Os números não mentem jamais”, faça-se o favor de parar de pensar em clichês!). Pra manipular números, é bom pelo menos saber o que e como fazer.

Daí eu digo que se o erro não foi do Ibope, os cabras do G1 precisam trabalhar com uma calculadorazinha dando um rélpi, sabe? (diquinha da bruxa: clique em “iniciar” no windows, e digite “calc” na linha “executar. Tcha-ram! uma calculadora con-fi-á-vel!!)

Senão, vejamos o que diz esta pesquisa aqui:

Pesquisa Ibope mostra empate entre Serra e Dilma, ambos com 39%
Tucano tinha 35% no levantamento anterior. Dilma estava com 40%.[tá. o legal aqui é mostrar o crescimento do Serra e a queda da Dilma. Um cresceu três pontos percentuais, e a outra caiu um. Então, tá. Mas com isso outro monte de número cai no meio deste melangê de jenessequá matemático. Há quem diga que esses números ajudam o leitor a entender (sic) e comparar o crescimento / queda dos candidatos blablabla whiskas sache blablabla. Eu acho que confunde. Se for pra esclarecer, faz um gráfico e não enche o saco, pô!]
Marina Silva (PV) aparece com 10%. Margem de erro é de dois pontos.
(…)
Pesquisa Ibope sobre a intenção de voto para presidente da República, encomendada pela Associação Comercial de São Paulo[Tem sempre um mané pra endossar a esparrela...], aponta empate em 39% entre os candidatos José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.[começaram a calcular? Seguinte: a soma de todos os percentuais aqui tem que dar 100, a despeito da margem de erro para mais ou para menos, OK?]
(…)
Marina Silva (PV) se manteve em 9% nas três pesquisas desde abril e agora tem 10%. Com a margem de erro, estaria entre 8% e 12% [quatro valores distintos aqui pra confundir inda mais nossas cabecinhas. Mas o número a ser anotado lá embaixo é 10. É quanto a Marina conseguiu nesta pesquisa. próximos números, por favor!]. Brancos e nulos somaram 6% e indecisos, 7%.[Ou seja, temos 39+39+10+6+7.]

Daí, a gente soma (pegue você também sua calculadora, pra ver se a soma sai diferente aí. Se sair, me avisa, por favor!!!!)

39+39+10+6+7 = 101 CENTO E UUUUUUUUUUUUUMMMMMMM

E se você ouvir o Ibope dizer que “esse resultado é perfeitamente factível (querem apostar quanto que a expressão factível estará no comunicado do Ibope?) dada a margem de erro de dois pontos percentuais”, esqueça. Essa margem de erro é a diferença entre o valor apurado pela pesquisa do Ibope e o suposto resultado de uma ainda mais suposta eleição que fosse realizada no período de apuração da pesquisa. Com margem de erro de dois pontos percentuais ou de cinquenta e nove pontos percentuais, os valores apurados no resultado de uma pesquisa eleitoral têm que somar 100 pontos percentuais. Porque os  números não mentem jamais (Pronto! Enfiei seu clichê aqui!).

Ou isso ou a álgebra foi comprada pelo mensalão do governo. Quer dizer, tá tudo dominado…

[Ai, que vergonha dos coleguinhas...]

Vírgulas e pontos já estão em recesso de fim de ano na Folha de SPaulo

segunda-feira, dezembro 21st, 2009

Mais uma dica do Daniel Penasio. Sujeitim que escreve um troço destes e ainda acha que escreve bem está, no mínimo, precisando de férias. Porque de férias já saíram uma série de pontos e vírgulas desse texto. Ó só que coisahorrorosa:

Dilma abandona peruca e aparece de cabelos curtos em evento em Brasília
MÁRCIO FALCÃO
da Folha Online, em Brasília
Após sete meses recorrendo a uma peruca durante as aparições públicas para evitar mostrar as falhas no cabelo provocadas pelo tratamento contra o câncer, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) exibiu nesta segunda-feira, pela primeira vez, um visual de cabelos curtos, em tom castanho escuro.
A aparição foi durante uma cerimônia no Palácio do Itamaraty, de lançamento do Programa Nacional de Direitos Humanos 3 e de entrega do prêmio Direitos Humanos 2009.
Dilma Rousseff chora ao lembrar de uma amiga da época da ditadura militar
A ministra adiantou em novembro que pretendia aposentar a peruca, quando o penteado ficasse mais uniforme. Ela assumiu que usava peruca em maio. Na ocasião, demonstrando bom humor, Dilma disse que recorreu a uma “peruquinha básica”.
Os fios de cabelo começaram a cair por causa do tratamento contra um linfoma. Em setembro, a equipe médica que acompanhava a ministra anunciou que o tratamento estava encerrado.
A doença chegou a colocar em dúvida a candidatura de Dilma à sucessão presidencial de 2010. A ministra, no entanto, se manteve forte, à frente dos trabalho na Casa Civil para mostrar que tinha condições de ser o nome do PT na disputa eleitoral.
Dilma anunciou em 25 de abril a retirada de um nódulo de 2,5 centímetros da axila esquerda. Em meados de maio, ela foi internada no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com fortes dores nas pernas.
Na ocasião, foi diagnosticada com miopatia, uma inflamação muscular provocada pelo tratamento contra o câncer.
Em setembro, a ministra disse que o tratamento lhe fez dar mais valor à vida e que o momento mais difícil foi receber a notícia da doença.
“Em tudo na vida a gente tira uma coisa de bom. Eu acho que o que eu tirei de bom da doença é essa valorização da vida e essa certeza da imensa solidariedade que no Brasil as pessoas têm uma com as outras. O momento mais difícil é quando a gente recebe a notícia, porque cada um de nós lá no fundo acha que nunca vai ter nada. Então, quando recebe a notícia, está despreparada para ela, porque ela é inesperada. E aí eu tive muita sorte que é o fato de você fazer exames, se cuidar e tentar descobrir a doença o mais cedo possível, porque aí ela é uma doença necessariamente mais fácil de tratar e na grande maioria ela é curável”, disse.

Dilma abandona peruca e aparece de cabelos curtos em evento em Brasília

Após sete meses recorrendo a uma peruca durante as aparições públicas para evitar mostrar as falhas no cabelo provocadas pelo tratamento contra o câncer [arf, arf, arf, arf... peraí! Deixa eurrespirar... arf, arf, arf...] , a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) exibiu nesta segunda-feira, pela primeira vez, um visual de cabelos curtos [mas aqui você pôs vírgula, né, ameba? Eu dispensaria!], em tom castanho escuro.

A aparição foi durante uma cerimônia no Palácio do Itamaraty, de lançamento do Programa Nacional de Direitos Humanos 3 e de entrega do prêmio Direitos Humanos 2009.[não fosse o Itamaraty famoso e conhecido, eu poderia jurar que a função do palácio é o lançamento do tal programa lá e da entrega do prêmio acolá.]

A ministra adiantou em novembro que pretendia aposentar a peruca [ritmo zero. Pontuação zero. Cadência zero. Não deixem esse redator sair no carnaval, porque ele vai atravessar o samba!], quando o penteado ficasse mais uniforme. Ela assumiu que usava peruca em maio. Na ocasião, demonstrando bom humor, Dilma disse que recorreu a uma “peruquinha básica”.

(…)

A doença chegou a colocar em dúvida a candidatura de Dilma à sucessão presidencial de 2010. A ministra, no entanto, se manteve forte, à frente dos trabalho [OK, foi erro de dedo. Vou relevar.] na Casa Civil para mostrar que tinha condições de ser o nome do PT na disputa eleitoral.

[momento hipocondríaco:] Dilma anunciou em 25 de abril a retirada de um nódulo de 2,5 centímetros da axila esquerda. Em meados de maio, ela foi internada no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com fortes dores nas pernas.

Na ocasião, foi diagnosticada com miopatia, uma inflamação muscular provocada pelo tratamento contra o câncer. [fim do momento hipocondríaco]

(…)

Vejam vocês como estou boazinha. E vejam como é simples tornar um texto claro. Basta concatenar as idéias, escrever frases curtas e bem organizadas e, finalmente, sair distribuindo pontos a rodo. Acompanhem:

A Ministra Dilma Roussef (Casa Civil) exibiu hoje, pela primeira vez, seus cabelos curtos em tom castanho escuro. Nos últimos sete meses, Dilma vinha se valendo de uma peruca para esconder as falhas causadas pelo tratamento contra um câncer. A peruca era usada durante as aparições públicas da ministra.

A ocasião escolhida por Dilma para exibir os cabelos curtos foi durante cerimônia de lançamento do Programa Nacional de Direitos Humanos 3 e de entrega do prêmio Direitos Humanos 2009, realizada no Palácio do Itamaraty,

A ministra havia assumido o uso da peruca em maio. Na ocasião, demonstrando bom humor, ela confessou ter recorrido a uma “peruquinha básica”. Em novembro, Dilma prometeu que iria aposentar o acessório assim que seu penteado ficasse mais uniforme.  (…)

A doença chegou a colocar em dúvida a candidatura de Dilma à sucessão presidencial de 2010. A ministra, no entanto, se manteve forte, à frente dos trabalhoS na Casa Civil bla bla bla bla….


Só lamento…

segunda-feira, outubro 26th, 2009

… que uma alma tão bonita tenha estado em contato tão constante comigo e eu tenha aproveitado tão pouco dessa companhia tão adorável! :(

Deletei o último post (“Vamos fugir deste lugar, baby”)

quarta-feira, outubro 7th, 2009

Vou correr aqui antes que o feiticeirinho acorde.

O último post foi deletado na caradura mesmo. Na pressa que estava para postá-lo (culpa do feiticeirinho), não li direito o texto original.

O Arcanjo Faxineiro, que não dorme no ponto, me baixou um esporro muito bem dado e disse que o texto tava uma bosta. Ele fez comentário quilométrico e tudo, que eu deveria ter aprovado há algumas semanas, mas não fiz por falta de tempo. Para remendar o irremendável, optei pelo estilo papel higiênico: passa na bosta até a bosta sair toda (ou, no caso dos posts de um blog, tecla “excluir” é a serventia da casa).

Miguel, se você quiser que eu coloque seu comentário quilométrico aqui, é só pedir! Ele tá guardadinho no aconchego do meu agadê. Mas vamos ao que interessa. Tenho um post quilométrico pra botar pra fora antes que morra intoxicada aqui de tanto pensar nele. Vamos lá.

Vamos lavar louça com a tia Iná?

terça-feira, setembro 8th, 2009

Sinceramente, não sei por que tanto oba-oba em torno de dona Tessália. qualquer coisa que ela diga vira um tsunami no Twitter.

Eu não sabia do que se tratava; após inteirar-me do assunto, percebi a falta de o conteúdo da moça, e resolvi ignorar. Simples e pacificamente.

Mas a Folha de SPaulo eu não ignoro, não! Como se não bastasse o conteúdo de odor questionável, a redação adicionou mais bosta ao caldo. Nesta página aqui está a história completa sobre a polêmica* (?!?!?!) do uso de scripts no Twitter (blablabla whiskas sachê blablabla pedaçinhos blablabla humano analfabeto blablabla). Mas vamos acompanhar a sopa de bosta:

* Minha tia tem uma teoria muito boa pra esses casos: “Isso é falta de louça! Se esse pessoal tivesse louça pra lavar em casa, não ficaria se preocupando com inutilidades!” Miacaaaaaaaaaaaabo com a tia Iná (Não, ela não é dicionário…)!!!
É o caso da publicitária Tessalia Serighelli, 22, que planeja abrir uma agência de mídias sociais. “Acredito que, àqueles que entendem o real uso do Twitter, sou vista como visionária, sem medo de experimentar, errar, e finalmente, acertar a fórmula”, diz.
Ela usou o método do “script” que adiciona muitas pessoas em um curto espaço de tempo –esperando que os internauta retribuam o ato. Hoje, seu perfil segue mais de 66 mil. Quase 70 mil seguem ela de volta.
“Quanto às pessoas que me criticam pelo uso do script, digo que uma hora ou outra os anunciantes vão precisar usar scripts. E graças às críticas dessas pessoas eu vou saber o que usar e como usar”, afirma. “Criei meu Twitter para fazer testes, saber o que posso e o que não posso fazer. O @twittess é uma maneira de entender o comportamento humano no Twitter. E a única forma de aprender isso é testando. Coisa que as grandes agências e as grandes marcas têm medo de fazer. Eu criei uma personagem, e testei de tudo, e ainda vou testar muito mais.”
“Silicone”
“Sou contra [o uso de 'script']. A melhor definição provém do [apresentador] Marcelo Tas: é um silicone do Twitter. Você sabe que é falso, que não nasceu ‘peituda’. É como misturar massa com banana. Um milhão de seguidores com script não equivalem a um milhão de seguidores obtidos naturalmente”, observa o blogueiro Cris Dias, 36. A analogia, entretanto, é de autoria da blogueira e apresentadora Rosana Hermann (http://queridoleitor.zip.net).
De acordo com ele, no caso de Tessalia, alguns usuários pensam que se trata de “uma ‘siliconada’ que se acha naturalmente gostosa”. “Ela fala como especialista em mídias sociais, e isso irrita algumas pessoas”, observa. “Eu não tenho opinião própria sobre o caso dela, vamos ver o que ela vai trazer de novo”. O blogueiro tem mais de 12 mil seguidores no seu perfil.
Mesmo assim, ele não acha que deva existir uma ferramenta que “monitore” o uso de scripts que inflam os seguidores. “Se eu te sigo no Twitter, não estou preocupado no seguidores, estou preocupado com o seu conteúdo”, analisa.
Já Tessalia diz que enxerga problemas em “pessoas que não sabem usar [o 'script']. Mas, com o tempo, e o amadurecimento das mídias sociais no Brasil, ferramentas como essa deixarão de serem tidas como ‘monstros’ e passarão a fazer parte do nosso dia-a-dia virtual”.

(…)

É o caso da publicitária Tessalia Serighelli, 22, que planeja abrir uma agência de mídias sociais. “Acredito que, àqueles que entendem o real uso do Twitter, sou vista como visionária, sem medo de experimentar, errar, e finalmente, acertar a fórmula”, diz. [é o tipo de frase que quem sabe escrever pouquinha coisa melhor vai tentar reescrever até ficar, no mínimo, menos dúbia. A tchutchuca que escreveu essa toba (Twitess ou autora da reportagem? Quem dá mais? A-rrá!) tava crente que tava abafando no àqueles com crase, mas crase não se aprende com scripts.]

Ela usou o método do “script” que adiciona muitas pessoas em um curto espaço [Harebaba!! Harebaba!! Tempo não se mede como superfície! Não existe espaço de tempo, o que existe é período! Pe-río-do! E não há necessidade de dizer período de tempo, viu? Isso já é pleonasmo!] de tempo –esperando que os internauta [Taí uma forma de fazer com que eu não implique com um gerúndio desnecessário. É SÓ ERRAR NA CONCORDÂNCIA, PORRAAAAAAAAAAA!!!] retribuam o ato. Hoje, seu perfil segue [Aiomeusaco!!! Perfil segue, é? Serve cafezinho, também?] mais de 66 mil. Quase 70 mil seguem ela de volta.

“Quanto às pessoas que me criticam pelo uso do script [Né por nada não, mas aquele àqueles lá de cima tá me cheirando a Twitess. Se ela craseou aqui embaixo, deve ter craseado lá em cima porque... sei lá, simetria? Beleza plástica? Mas essa crase daqui tá certa. Lá nos imrriba é que mora o problema!], digo que uma hora ou outra os anunciantes vão precisar usar scripts [Se considerarmos que script é uma entidade que segue, faz cafezinho, lava, passa, cozinha e chuleia, por que ele não haveria de se tornar consumidor numa sociedade capitalista, né?] . E graças às críticas dessas pessoas eu vou saber o que usar e como usar” [hummm... crítica construtiva, né? que bom que ela aprende assim... ENTÃO APRENDE A ESCREVER, AMEBAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!] , afirma. “Criei meu Twitter para fazer testes, saber o que posso e o que não posso fazer. O @twittess é uma maneira de entender o comportamento humano no Twitter [é uma forma de ensinar aos scripts as prendas do lar, né?] . E a única forma de aprender isso é testando. Coisa que as grandes agências e as grandes marcas têm medo de fazer. Eu criei uma personagem, e testei de tudo, e ainda vou testar muito mais. [Genteeeeeeeeeee!!! A twitess é uma moça booooouuuuuuuuaaaaaa!! Ela testa as coisas para outrem! Ah, quérida, eu tenho aqui um chazinho que não sei se tem arsênico ou não. Testa pra mim, por favor?]

(…)

Já Tessalia diz que enxerga problemas em “pessoas que não sabem usar [o 'script']. Mas, com o tempo, e o amadurecimento das mídias sociais no Brasil, ferramentas como essa deixarão de serem tidas como ‘monstros’ [Taí um caso de simetria de bosta! o texto tá mal-escrito lá em cima e encerra com chave de ouro prata bronze Galvão Bueno latão! e passarão a fazer parte do nosso dia-a-dia virtual".

'Bora reescrever a bagaça:

É o caso da publicitária Tessalia Serighelli, 22, que planeja abrir uma agência de mídias sociais. "Acredito que os que entendem o real uso do Twitter me vêem como visionária, sem medo de experimentar, errar, e finalmente, acertar a fórmula", diz.

Ela usou o método do "script"-vírgula, que adiciona muitas pessoas em pouco tempo na esperança de que os internautaS retribuam o ato. Hoje, ela segue, em seu perfil, mais de 66 mil. Quase 70 mil seguem ela de volta.

"Aos que me criticam pelo uso do script, digo que uma hora ou outra os anunciantes vão precisar usar scripts. E graças às críticas dessas pessoas eu vou saber o que usar e como usar", afirma. "Criei meu Twitter para fazer testes, saber o que posso e o que não posso fazer. O @twittess é uma maneira de entender o comportamento humano no Twitter. E a única forma de aprender isso é testando. Coisa que as grandes agências e as grandes marcas têm medo de fazer. Eu criei uma personagem, e testei de tudo, e ainda vou testar muito mais."

(...)

Já Tessalia problemas em "pessoas que não sabem usar [o 'script']. Mas-sem vírgula com o tempo-sem vírgula e com o amadurecimento das mídias sociais no Brasil, ferramentas como essa não mais serão tidas como ‘monstros’-vírgula, e passarão a fazer parte do nosso dia-a-dia virtual”.

E aí, quem vai lavar louça com a tia Iná?

Cudi Bruxa venceeeuuuu!!!

sábado, agosto 8th, 2009
Meu novo eu

Meu novo eu

Crianças,

A partir de agora, este se torna meu novo avatar no Twitter e aqui no caldeirão. Por 65% a 35% dos votos, meus seguidores, fãs, encostos, amados, enfim, todos vocês (deixa eu me segurar pra controlar a falta de modéstia) escolheram o avatar da professor Cudi Ampola.

Conforme prometi, eis o prêmio a todos os que votaram – e o agradecimento especial ao Paulo de Loyola, que trabalhou a ilustração da Professora Cudi:

MUITO OBRIGADA!

Enqueteeeeeeeeee

domingo, agosto 2nd, 2009

Ó, eu estou apaixonada pelas adaptações que o Paulo de Loyola faz da professora Maria Cudi de Ampola, de quem sou fã (sou fã de longa data da profa. Cudi e, agora, fã fresca do Paulo de Loyola). Não pelo lado didático, mas é que o jeito como a professora Cudi lida com seus alunos é mais ou menos a forma como eu costumo me relacionar com as amebas. Daí a admiração.

Mas eu falava do Paulo de Loyola. Tudo começou quando eu, com vontade de participar daquela falta do que fazer do lingerieday, só que do meu jeito, comecei a procurar no Google algum desenho da professora Cudi de lingerie. Não encontrei, mas o Paulo fez essa adaptação aqui pra mim. Amei na hora, e transformei em avatar em minutos.

Pelo visto, ele tá curtindo a brincadeira, e fez esta nova adaptação aqui. Cudi Bruxa. E é aqui que começa nossa….

EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEENQUETE!

Qual desses avatares você prefere que eu use? O meu tradicional ou a versão Cudi Bruxa?

Vote até sexta-feira, e vamos ver no que dá essa votação…

E quem votar vai ganhar, no máximo, um muito obrigado!

[polldaddy poll=1834145]

Ah, hoje deu preguiça…

sexta-feira, julho 17th, 2009

Tenho bastante coisa pra escrever aqui. É o texto sobre a inovação diferenciada, é o texto de assessoria que eu pedi e a Lele me mandou (aquele que, segundo ela, “beira a poesia eslovena” (miacaaaabo com a Lele)… mas tô com preguiça! Ah, eu também tenho o direito de descansar!

E sexta-feira é dia de se divertir, né? Só por isso, o próximo post vai ser com Máximas e Mínimas do Barão de Itararé!

Segunda-feira eu reabro o caldeirão para dar os passes nos textos de bosta, OK? E pelamordedeus, amebas, não me tirem do sério este fim de semana!

Inté!

Amebíases dominicais

domingo, julho 12th, 2009

Eu procuro não usar o caldeirão nos fins de semana. Mas tem vezes que isso é simplesmente impossível! Hoje, pro exemplo, as amebices pululam nos mais diversos cantos do mundo: é no twitter, é no jornalismo impresso… uma coisa! Vamos conferir nos próximos posts, portanto…

CADÊ TIO ANTÔNIOOOOOOOO?!?!?!?!

sexta-feira, julho 10th, 2009

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!

TÔ BEGEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!!!

O UOL não tem mais link pro Houaiss!!!!!!!!!!

BUÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ :’(

Hoje o caldeirão descansou

segunda-feira, junho 1st, 2009

Poi zé, leitores meus. Hoje quase não pus reparo na web. Servi de chofer de marido sem carteira de habilitação e de babá de amiga doente, motivos pelos quais pouco me ative à Internet brasileira.

Então, vamos combinar que hoje os portais se comportaram direitinho, sim? Se a Globonews fez essa lambança que eu relatei aí embaixo, não quero nem ver o que UOL e Ig aprontaram…

Se bem que a cobertura da Bandnews FM do acidente da Air France foi (ou está sendo, porque ainda não acharam nada do avião) um exemplo. Desde as sete horas da manhã. (Sem crase, por favor…)

Medo por antecipação

sexta-feira, maio 29th, 2009

São 22:40 de sexta-feira. Até agora, tudo ortograficamente calmo na Internet brasileira.

Isso muito me assusta. Da última vez que isso aconteceu numa sexta-feira, o fim de semana foi uma enxurrada de amebices…

[aimeucaldeirão]…

Bom, até segunda, então!

Não entendi. O quarto é inconstitucional?

segunda-feira, maio 25th, 2009

[E me arranjam trabalho a essa hora da manhã. Infortúnio!]

Parece cortina de fumaça – feita pela artilharia inimiga, o que é pior. Tá todo mundo agora comentando essa história de terceiro mandato do presidente Lula – que diz a quem quiser ouvir que não tá nem aí pra esse papinho. Tanto que a bagaça veio parar aqui neste isento caldeirão. O ministro Carlos Ayres Britto, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), resolveu dar seu parecer (oi, alguém pediu?) sobre a hipótese descartada, mas aparentemente embolou-se com as palavras. Vamos ajudar o nosso lindo ministro a se desvencilhar das confusões verbais? Descubra você mesmo o que ele quis dizer, e escolha!

Ah, sim! A frase-tchutchuca é a seguinte:

Dizer que é constitucional o terceiro mandato é dizer que o quarto também é. E não tem como evitar dizer que é constitucional o quinto mandato, fragilizando a ideia de república.

[polldaddy poll=1649126]

Das duas, uma…

sexta-feira, maio 22nd, 2009

Ou os portais brasileiros tomaram vergonha na cara e começaram a escrever direito, ou eu fiquei muito tempo fora da web e botei pouco reparo nas amebas…

De qualquer forma, vamos descansar, né? O fim de semana serve pra isso…

Deixa eu botar esse caldeirão pra desinfetar na lava-louças (sou moderna, santa… tá pensando o quê? ;)   )

Até segunda!

"idiossincrassias sistêmicas, senhora"…

segunda-feira, maio 18th, 2009

…, diriam as amebas escreventes para mim.  Mas é que o wordpress tá dando creca…

E só agora que eu reparei: em alguns posts daqui, os comentários estão bloqueados. Aí, eu vou editar o post pra liberar a tagarelança, e sou avisada de que os comentários estão habilitados…

Ó, se vocês quiserem comentar um post e o bicho estiver com o corpo fechado, façam suas observações nalgum que esteja com o corpo aberto, sim? Porque eu não vou ficar dando murro em ponta de faca. Inda mais com encosto de software – com esses, o meu caldeirão não trabalha!

E boa noite que eu vou dormir!

Frase do dia

domingo, maio 17th, 2009

Peguei esta no Twitter da Rosana Hermann. Ela reproduziu a seguinte frase da Mulher Melancia

A frase que eu mais ouvia, faz 24 hora por dia (sic), é Eu quero chupar a Melancia.

Esta foi minha colaboração para estragar seu domingo. Certa de ter conseguido o feito, subscrevo-me.

A festa da subcelebridade e o encosto aspítico

sexta-feira, maio 8th, 2009
Vejam só que festa de arromba...

Vejam só que festa de arromba...

 

Deu no Te dou um dado?, o reino das subcelebridades. Eles tiveram a “honra” e a “felicidade” de serem convidados para o convescote daí de cima. Juro, fiquei morrendo de inveja (/mentira).

Acho que, no fundo, eu tenho pena dessa gente. Não frequentaram a escola com a atenção devida (porque, aparentemente, tiveram todas as chances do mundo de frequentar uma boa escola). Daí, resolveram que na vida o importante é ser celebridade. E decidiram, a certa altura, que já são celebridades.

Vou abstrair a característica falta de estilo na frase mais um ano de vida ao longo desses 32 anos. E claro, não vou deixar o voçê passar em branco. É mais um caso de hortografia pobremática. Ainda mais porque faz alguns séculos que os teclados de computadores incorporaram a tecla especial ç, que fica beeem distante de seu irmão c. E, se bobear, a tchutchuca em questão deve ser usuária de computador e internet há o quê? Quinze minutos? Então, nunca precisou digitar acento agudo+c para conseguir que o senhor sistema operacional lhe fornecesse o caractere ç.

Trata-se de mais um caso do encosto aspítico, o neofenômeno do qual o querido ectoplasma suíno me alertou aqui. A ameba escrevente sai enfiando aspas em tudo quanto é canto, de tudo quanto é jeito. Não me pergunte os critérios. Acho que são os mesmos da vírgula fashion e, assim como dona virgula, as aspas fashion também começam a despontar como forte corrente do design pós-rococó-empolêixon-moderno. A ameba escrevente olha pra frase escrita na tela do computador e pensa: hummm… tá faltando alguma coisa aqui… Ah! Já sei! Pronto! Assim, ficou bonito… E fez-se a bosta! Estão lá as aspas tascadas onde a ameba bem (/mal) entendeu. Ficou visualmente bonito, e isso basta!

Eu não encontro nenhuma gramática para assinar embaixo do que eu vou dizer agora, então digo sem assinaturas mesmo: aspas servem para demarcar citações. Ou, então, para indicar ironia. Também servem para identificar neologismos, gírias ou estrangeirismos nas frases. Querem ver só?

Exemplo 1 – Citação: Lembrem-se das palavras de Jesus: “Um novo mandamento vos dou – amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado”.

Exemplo 2 – Ironia: O texto do convite de Renata Banhara está “muito bem escrito”.

Exemplo 3 – Palavras ou expressões populares, gírias ou neologismos: Fulano “levou um lero” com beltrano.

No primeiro exemplo, por citar as palavras de outra pessoa que não eu (até onde fui informada, não sou Jesus Cristo), marquei a citação entre aspas. No segundo exemplo, o que eu quis dizer foi que o convite da Renata Banhara tá mal escrito à pampa. Tanto está que dá a entender que o autor da frase não esqueça o meu presente é o tal do DJ que vai tocar no convescote dela. E, no terceiro exemplo, foi a gíria levou um lero quem mereceu a decoração dos simpáticos símbolos.

Mas voltando para o convite em questão, por que dona Banhara pôs as frases Não esqueça do meu presente e Conto com todos voçês (sic) entre aspas? A não ser pelo critério fashion, não encontro mais explicações para o fato….

O que me assusta…

terça-feira, maio 5th, 2009

… é que eu já fui de Joaquim Barbosa a Dado Dalabella; ou de Chico e Vinícius a DJ Marlboro, em um só post…

O que eu poderia postar aqui justo depois de Alvaro Moreyra?!?!?!

Medo, muito medo….

[aimeutranstornobipolar...]

Inté

sábado, abril 25th, 2009

Vou dormir. Esse post deu desgosto…

sexta-feira, abril 24th, 2009

Rapááááá… eu posso botar cor no texto? Só descobri isso agora…. Bora atualizar os textos lá embaixo e pintar todos eles! É agora que a caneta vermelha vai chacoalhar…

Porque eu resisto!

quinta-feira, abril 9th, 2009

Desisti de simplesmente me irritar de forma passiva com textos mal-escritos, repletos de chavões, e que você percebe na hora que o autor sentou-se à frente do teclado pronto para  abalar a outrem com sua… erudição (cof, cof).

Os autores desses textos não estão nem aí para o fato de que o texto tem que ser de fácil assimilação. Eles querem é mostrar o vernáculo. Não aceitam críticas ou correções. Pelo contrário, ficam irritados quando alguém tenta melhorar o texto ótimo (cof, cof) deles.

Então, eu resolvi simplesmente fazer este blog para mostrar a esse povo a verdadeira faceta deles. (A ridícula).  Quero me divertir com este blog.

Ah! Por favor: se o seu texto for citado aqui, fique à vontade para nos enviar um (outro) texto em sua defesa!! Terei o maior prazer em publicá-lo! Tenho certeza que ele será redigido com a mesma capacidade do texto original!

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