Aos trabalhos, companheiros!
terça-feira, julho 20th, 2010Malzaê!
Tô com um monte de post pra escrever aqui, e não consigo parar pra redigi-los com calma. Mas vou botar as coisas em dia aqui.
Vamos lá!
Malzaê!
Tô com um monte de post pra escrever aqui, e não consigo parar pra redigi-los com calma. Mas vou botar as coisas em dia aqui.
Vamos lá!
Taqueopa… vou ter que dar aula de matemática de novo, é?
OK, crianças. Esta é mais uma ___ aula de jornalismo para a ___ imprensa. Se você ainda não sabe o que é uma ___ aula de jornalismo para a ___ imprensa, clique aqui. Último item. Mas volte logo, por favor.
Pra começo de conversa, jornalista deve ser isento. Se, por algum acaso, ele resolve não ser mais isento, deve pelo menos disfarçar a cara-de-pau de forma eficiente, eficaz e matematicamente confiável, ou a casa cai.
Ou isso ou ele deve ter competência o suficiente pra apontar possíveis erros de apuração, e descobrir onde está o erro, por que o erro foi cometido, e como corrigir.
Porque, né? Instituto de pesquisa é uma coisa (não achei palavra melhor pra definir. Se você achar, os comentários aí embaixo são a serventia da casa!) que se respalda por números. E número é outra coisa que não suscita muita dúvida (Se você pensou em dizer “Os números não mentem jamais”, faça-se o favor de parar de pensar em clichês!). Pra manipular números, é bom pelo menos saber o que e como fazer.
Daí eu digo que se o erro não foi do Ibope, os cabras do G1 precisam trabalhar com uma calculadorazinha dando um rélpi, sabe? (diquinha da bruxa: clique em “iniciar” no windows, e digite “calc” na linha “executar. Tcha-ram! uma calculadora con-fi-á-vel!!)
Senão, vejamos o que diz esta pesquisa aqui:
Pesquisa Ibope mostra empate entre Serra e Dilma, ambos com 39%Tucano tinha 35% no levantamento anterior. Dilma estava com 40%.[tá. o legal aqui é mostrar o crescimento do Serra e a queda da Dilma. Um cresceu três pontos percentuais, e a outra caiu um. Então, tá. Mas com isso outro monte de número cai no meio deste melangê de jenessequá matemático. Há quem diga que esses números ajudam o leitor a entender (sic) e comparar o crescimento / queda dos candidatos blablabla whiskas sache blablabla. Eu acho que confunde. Se for pra esclarecer, faz um gráfico e não enche o saco, pô!]Marina Silva (PV) aparece com 10%. Margem de erro é de dois pontos.(…)Pesquisa Ibope sobre a intenção de voto para presidente da República, encomendada pela Associação Comercial de São Paulo[Tem sempre um mané pra endossar a esparrela...], aponta empate em 39% entre os candidatos José Serra (PSDB) e Dilma Rousseff (PT). A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.[começaram a calcular? Seguinte: a soma de todos os percentuais aqui tem que dar 100, a despeito da margem de erro para mais ou para menos, OK?](…)Marina Silva (PV) se manteve em 9% nas três pesquisas desde abril e agora tem 10%. Com a margem de erro, estaria entre 8% e 12% [quatro valores distintos aqui pra confundir inda mais nossas cabecinhas. Mas o número a ser anotado lá embaixo é 10. É quanto a Marina conseguiu nesta pesquisa. próximos números, por favor!]. Brancos e nulos somaram 6% e indecisos, 7%.[Ou seja, temos 39+39+10+6+7.]
Daí, a gente soma (pegue você também sua calculadora, pra ver se a soma sai diferente aí. Se sair, me avisa, por favor!!!!)
39+39+10+6+7 = 101 CENTO E UUUUUUUUUUUUUMMMMMMM
E se você ouvir o Ibope dizer que “esse resultado é perfeitamente factível (querem apostar quanto que a expressão factível estará no comunicado do Ibope?) dada a margem de erro de dois pontos percentuais”, esqueça. Essa margem de erro é a diferença entre o valor apurado pela pesquisa do Ibope e o suposto resultado de uma ainda mais suposta eleição que fosse realizada no período de apuração da pesquisa. Com margem de erro de dois pontos percentuais ou de cinquenta e nove pontos percentuais, os valores apurados no resultado de uma pesquisa eleitoral têm que somar 100 pontos percentuais. Porque os números não mentem jamais (Pronto! Enfiei seu clichê aqui!).
Ou isso ou a álgebra foi comprada pelo mensalão do governo. Quer dizer, tá tudo dominado…
[Ai, que vergonha dos coleguinhas...]
Mais uma dica do Daniel Penasio. Sujeitim que escreve um troço destes e ainda acha que escreve bem está, no mínimo, precisando de férias. Porque de férias já saíram uma série de pontos e vírgulas desse texto. Ó só que coisahorrorosa:
Dilma abandona peruca e aparece de cabelos curtos em evento em Brasília
Após sete meses recorrendo a uma peruca durante as aparições públicas para evitar mostrar as falhas no cabelo provocadas pelo tratamento contra o câncer [arf, arf, arf, arf... peraí! Deixa eurrespirar... arf, arf, arf...] , a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) exibiu nesta segunda-feira, pela primeira vez, um visual de cabelos curtos [mas aqui você pôs vírgula, né, ameba? Eu dispensaria!], em tom castanho escuro.
A aparição foi durante uma cerimônia no Palácio do Itamaraty, de lançamento do Programa Nacional de Direitos Humanos 3 e de entrega do prêmio Direitos Humanos 2009.[não fosse o Itamaraty famoso e conhecido, eu poderia jurar que a função do palácio é o lançamento do tal programa lá e da entrega do prêmio acolá.]
A ministra adiantou em novembro que pretendia aposentar a peruca [ritmo zero. Pontuação zero. Cadência zero. Não deixem esse redator sair no carnaval, porque ele vai atravessar o samba!], quando o penteado ficasse mais uniforme. Ela assumiu que usava peruca em maio. Na ocasião, demonstrando bom humor, Dilma disse que recorreu a uma “peruquinha básica”.
(…)
A doença chegou a colocar em dúvida a candidatura de Dilma à sucessão presidencial de 2010. A ministra, no entanto, se manteve forte, à frente dos trabalho [OK, foi erro de dedo. Vou relevar.] na Casa Civil para mostrar que tinha condições de ser o nome do PT na disputa eleitoral.
[momento hipocondríaco:] Dilma anunciou em 25 de abril a retirada de um nódulo de 2,5 centímetros da axila esquerda. Em meados de maio, ela foi internada no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, com fortes dores nas pernas.
Na ocasião, foi diagnosticada com miopatia, uma inflamação muscular provocada pelo tratamento contra o câncer. [fim do momento hipocondríaco]
(…)
Vejam vocês como estou boazinha. E vejam como é simples tornar um texto claro. Basta concatenar as idéias, escrever frases curtas e bem organizadas e, finalmente, sair distribuindo pontos a rodo. Acompanhem:
A Ministra Dilma Roussef (Casa Civil) exibiu hoje, pela primeira vez, seus cabelos curtos em tom castanho escuro. Nos últimos sete meses, Dilma vinha se valendo de uma peruca para esconder as falhas causadas pelo tratamento contra um câncer. A peruca era usada durante as aparições públicas da ministra.
A ocasião escolhida por Dilma para exibir os cabelos curtos foi durante cerimônia de lançamento do Programa Nacional de Direitos Humanos 3 e de entrega do prêmio Direitos Humanos 2009, realizada no Palácio do Itamaraty,
A ministra havia assumido o uso da peruca em maio. Na ocasião, demonstrando bom humor, ela confessou ter recorrido a uma “peruquinha básica”. Em novembro, Dilma prometeu que iria aposentar o acessório assim que seu penteado ficasse mais uniforme. (…)
A doença chegou a colocar em dúvida a candidatura de Dilma à sucessão presidencial de 2010. A ministra, no entanto, se manteve forte, à frente dos trabalhoS na Casa Civil bla bla bla bla….
… que uma alma tão bonita tenha estado em contato tão constante comigo e eu tenha aproveitado tão pouco dessa companhia tão adorável!
Vou correr aqui antes que o feiticeirinho acorde.
O último post foi deletado na caradura mesmo. Na pressa que estava para postá-lo (culpa do feiticeirinho), não li direito o texto original.
O Arcanjo Faxineiro, que não dorme no ponto, me baixou um esporro muito bem dado e disse que o texto tava uma bosta. Ele fez comentário quilométrico e tudo, que eu deveria ter aprovado há algumas semanas, mas não fiz por falta de tempo. Para remendar o irremendável, optei pelo estilo papel higiênico: passa na bosta até a bosta sair toda (ou, no caso dos posts de um blog, tecla “excluir” é a serventia da casa).
Miguel, se você quiser que eu coloque seu comentário quilométrico aqui, é só pedir! Ele tá guardadinho no aconchego do meu agadê. Mas vamos ao que interessa. Tenho um post quilométrico pra botar pra fora antes que morra intoxicada aqui de tanto pensar nele. Vamos lá.
Sinceramente, não sei por que tanto oba-oba em torno de dona Tessália. qualquer coisa que ela diga vira um tsunami no Twitter.
Eu não sabia do que se tratava; após inteirar-me do assunto, percebi a falta de o conteúdo da moça, e resolvi ignorar. Simples e pacificamente.
Mas a Folha de SPaulo eu não ignoro, não! Como se não bastasse o conteúdo de odor questionável, a redação adicionou mais bosta ao caldo. Nesta página aqui está a história completa sobre a polêmica* (?!?!?!) do uso de scripts no Twitter (blablabla whiskas sachê blablabla pedaçinhos blablabla humano analfabeto blablabla). Mas vamos acompanhar a sopa de bosta:
(…)
É o caso da publicitária Tessalia Serighelli, 22, que planeja abrir uma agência de mídias sociais. “Acredito que, àqueles que entendem o real uso do Twitter, sou vista como visionária, sem medo de experimentar, errar, e finalmente, acertar a fórmula”, diz. [é o tipo de frase que quem sabe escrever pouquinha coisa melhor vai tentar reescrever até ficar, no mínimo, menos dúbia. A tchutchuca que escreveu essa toba (Twitess ou autora da reportagem? Quem dá mais? A-rrá!) tava crente que tava abafando no àqueles com crase, mas crase não se aprende com scripts.]
Ela usou o método do “script” que adiciona muitas pessoas em um curto espaço [Harebaba!! Harebaba!! Tempo não se mede como superfície! Não existe espaço de tempo, o que existe é período! Pe-río-do! E não há necessidade de dizer período de tempo, viu? Isso já é pleonasmo!] de tempo –esperando que os internauta [Taí uma forma de fazer com que eu não implique com um gerúndio desnecessário. É SÓ ERRAR NA CONCORDÂNCIA, PORRAAAAAAAAAAA!!!] retribuam o ato. Hoje, seu perfil segue [Aiomeusaco!!! Perfil segue, é? Serve cafezinho, também?] mais de 66 mil. Quase 70 mil seguem ela de volta.
“Quanto às pessoas que me criticam pelo uso do script [Né por nada não, mas aquele àqueles lá de cima tá me cheirando a Twitess. Se ela craseou aqui embaixo, deve ter craseado lá em cima porque... sei lá, simetria? Beleza plástica? Mas essa crase daqui tá certa. Lá nos imrriba é que mora o problema!], digo que uma hora ou outra os anunciantes vão precisar usar scripts [Se considerarmos que script é uma entidade que segue, faz cafezinho, lava, passa, cozinha e chuleia, por que ele não haveria de se tornar consumidor numa sociedade capitalista, né?] . E graças às críticas dessas pessoas eu vou saber o que usar e como usar” [hummm... crítica construtiva, né? que bom que ela aprende assim... ENTÃO APRENDE A ESCREVER, AMEBAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!] , afirma. “Criei meu Twitter para fazer testes, saber o que posso e o que não posso fazer. O @twittess é uma maneira de entender o comportamento humano no Twitter [é uma forma de ensinar aos scripts as prendas do lar, né?] . E a única forma de aprender isso é testando. Coisa que as grandes agências e as grandes marcas têm medo de fazer. Eu criei uma personagem, e testei de tudo, e ainda vou testar muito mais. [Genteeeeeeeeeee!!! A twitess é uma moça booooouuuuuuuuaaaaaa!! Ela testa as coisas para outrem! Ah, quérida, eu tenho aqui um chazinho que não sei se tem arsênico ou não. Testa pra mim, por favor?]“
(…)
Já Tessalia diz que enxerga problemas em “pessoas que não sabem usar [o 'script']. Mas, com o tempo, e o amadurecimento das mídias sociais no Brasil, ferramentas como essa deixarão de serem tidas como ‘monstros’ [Taí um caso de simetria de bosta! o texto tá mal-escrito lá em cima e encerra com chave de ouro prata bronze Galvão Bueno latão! e passarão a fazer parte do nosso dia-a-dia virtual".
'Bora reescrever a bagaça:
É o caso da publicitária Tessalia Serighelli, 22, que planeja abrir uma agência de mídias sociais. "Acredito que os que entendem o real uso do Twitter me vêem como visionária, sem medo de experimentar, errar, e finalmente, acertar a fórmula", diz.
Ela usou o método do "script"-vírgula, que adiciona muitas pessoas em pouco tempo na esperança de que os internautaS retribuam o ato. Hoje, ela segue, em seu perfil, mais de 66 mil. Quase 70 mil seguem ela de volta.
"Aos que me criticam pelo uso do script, digo que uma hora ou outra os anunciantes vão precisar usar scripts. E graças às críticas dessas pessoas eu vou saber o que usar e como usar", afirma. "Criei meu Twitter para fazer testes, saber o que posso e o que não posso fazer. O @twittess é uma maneira de entender o comportamento humano no Twitter. E a única forma de aprender isso é testando. Coisa que as grandes agências e as grandes marcas têm medo de fazer. Eu criei uma personagem, e testei de tudo, e ainda vou testar muito mais."
(...)
Já Tessalia vê problemas em "pessoas que não sabem usar [o 'script']. Mas-sem vírgula com o tempo-sem vírgula e com o amadurecimento das mídias sociais no Brasil, ferramentas como essa não mais serão tidas como ‘monstros’-vírgula, e passarão a fazer parte do nosso dia-a-dia virtual”.
E aí, quem vai lavar louça com a tia Iná?
Crianças,
A partir de agora, este se torna meu novo avatar no Twitter e aqui no caldeirão. Por 65% a 35% dos votos, meus seguidores, fãs, encostos, amados, enfim, todos vocês (deixa eu me segurar pra controlar a falta de modéstia) escolheram o avatar da professor Cudi Ampola.
Conforme prometi, eis o prêmio a todos os que votaram – e o agradecimento especial ao Paulo de Loyola, que trabalhou a ilustração da Professora Cudi:
Ó, eu estou apaixonada pelas adaptações que o Paulo de Loyola faz da professora Maria Cudi de Ampola, de quem sou fã (sou fã de longa data da profa. Cudi e, agora, fã fresca do Paulo de Loyola). Não pelo lado didático, mas é que o jeito como a professora Cudi lida com seus alunos é mais ou menos a forma como eu costumo me relacionar com as amebas. Daí a admiração.
Mas eu falava do Paulo de Loyola. Tudo começou quando eu, com vontade de participar daquela falta do que fazer do lingerieday, só que do meu jeito, comecei a procurar no Google algum desenho da professora Cudi de lingerie. Não encontrei, mas o Paulo fez essa adaptação aqui pra mim. Amei na hora, e transformei em avatar em minutos.
Pelo visto, ele tá curtindo a brincadeira, e fez esta nova adaptação aqui. Cudi Bruxa. E é aqui que começa nossa….
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEENQUETE!
Qual desses avatares você prefere que eu use? O meu tradicional ou a versão Cudi Bruxa?
Vote até sexta-feira, e vamos ver no que dá essa votação…
E quem votar vai ganhar, no máximo, um muito obrigado!
[polldaddy poll=1834145]
Tenho bastante coisa pra escrever aqui. É o texto sobre a inovação diferenciada, é o texto de assessoria que eu pedi e a Lele me mandou (aquele que, segundo ela, “beira a poesia eslovena” (miacaaaabo com a Lele)… mas tô com preguiça! Ah, eu também tenho o direito de descansar!
E sexta-feira é dia de se divertir, né? Só por isso, o próximo post vai ser com Máximas e Mínimas do Barão de Itararé!
Segunda-feira eu reabro o caldeirão para dar os passes nos textos de bosta, OK? E pelamordedeus, amebas, não me tirem do sério este fim de semana!
Inté!
Eu procuro não usar o caldeirão nos fins de semana. Mas tem vezes que isso é simplesmente impossível! Hoje, pro exemplo, as amebices pululam nos mais diversos cantos do mundo: é no twitter, é no jornalismo impresso… uma coisa! Vamos conferir nos próximos posts, portanto…
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!!
TÔ BEGEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!!!
O UOL não tem mais link pro Houaiss!!!!!!!!!!
BUÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁÁ :’(
Poi zé, leitores meus. Hoje quase não pus reparo na web. Servi de chofer de marido sem carteira de habilitação e de babá de amiga doente, motivos pelos quais pouco me ative à Internet brasileira.
Então, vamos combinar que hoje os portais se comportaram direitinho, sim? Se a Globonews fez essa lambança que eu relatei aí embaixo, não quero nem ver o que UOL e Ig aprontaram…
Se bem que a cobertura da Bandnews FM do acidente da Air France foi (ou está sendo, porque ainda não acharam nada do avião) um exemplo. Desde as sete horas da manhã. (Sem crase, por favor…)
São 22:40 de sexta-feira. Até agora, tudo ortograficamente calmo na Internet brasileira.
Isso muito me assusta. Da última vez que isso aconteceu numa sexta-feira, o fim de semana foi uma enxurrada de amebices…
[aimeucaldeirão]…
Bom, até segunda, então!
[E me arranjam trabalho a essa hora da manhã. Infortúnio!]
Parece cortina de fumaça – feita pela artilharia inimiga, o que é pior. Tá todo mundo agora comentando essa história de terceiro mandato do presidente Lula – que diz a quem quiser ouvir que não tá nem aí pra esse papinho. Tanto que a bagaça veio parar aqui neste isento caldeirão. O ministro Carlos Ayres Britto, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), resolveu dar seu parecer (oi, alguém pediu?) sobre a hipótese descartada, mas aparentemente embolou-se com as palavras. Vamos ajudar o nosso lindo ministro a se desvencilhar das confusões verbais? Descubra você mesmo o que ele quis dizer, e escolha!
Ah, sim! A frase-tchutchuca é a seguinte:
Dizer que é constitucional o terceiro mandato é dizer que o quarto também é. E não tem como evitar dizer que é constitucional o quinto mandato, fragilizando a ideia de república.
[polldaddy poll=1649126]
Ou os portais brasileiros tomaram vergonha na cara e começaram a escrever direito, ou eu fiquei muito tempo fora da web e botei pouco reparo nas amebas…
De qualquer forma, vamos descansar, né? O fim de semana serve pra isso…
Deixa eu botar esse caldeirão pra desinfetar na lava-louças (sou moderna, santa… tá pensando o quê?
)
Até segunda!
…, diriam as amebas escreventes para mim. Mas é que o wordpress tá dando creca…
E só agora que eu reparei: em alguns posts daqui, os comentários estão bloqueados. Aí, eu vou editar o post pra liberar a tagarelança, e sou avisada de que os comentários estão habilitados…
Ó, se vocês quiserem comentar um post e o bicho estiver com o corpo fechado, façam suas observações nalgum que esteja com o corpo aberto, sim? Porque eu não vou ficar dando murro em ponta de faca. Inda mais com encosto de software – com esses, o meu caldeirão não trabalha!
E boa noite que eu vou dormir!
Peguei esta no Twitter da Rosana Hermann. Ela reproduziu a seguinte frase da Mulher Melancia
A frase que eu mais ouvia, faz 24 hora por dia (sic), é Eu quero chupar a Melancia.
Esta foi minha colaboração para estragar seu domingo. Certa de ter conseguido o feito, subscrevo-me.

Vejam só que festa de arromba...
Deu no Te dou um dado?, o reino das subcelebridades. Eles tiveram a “honra” e a “felicidade” de serem convidados para o convescote daí de cima. Juro, fiquei morrendo de inveja (/mentira).
Acho que, no fundo, eu tenho pena dessa gente. Não frequentaram a escola com a atenção devida (porque, aparentemente, tiveram todas as chances do mundo de frequentar uma boa escola). Daí, resolveram que na vida o importante é ser celebridade. E decidiram, a certa altura, que já são celebridades.
Vou abstrair a característica falta de estilo na frase mais um ano de vida ao longo desses 32 anos. E claro, não vou deixar o voçê passar em branco. É mais um caso de hortografia pobremática. Ainda mais porque faz alguns séculos que os teclados de computadores incorporaram a tecla especial ç, que fica beeem distante de seu irmão c. E, se bobear, a tchutchuca em questão deve ser usuária de computador e internet há o quê? Quinze minutos? Então, nunca precisou digitar acento agudo+c para conseguir que o senhor sistema operacional lhe fornecesse o caractere ç.
Trata-se de mais um caso do encosto aspítico, o neofenômeno do qual o querido ectoplasma suíno me alertou aqui. A ameba escrevente sai enfiando aspas em tudo quanto é canto, de tudo quanto é jeito. Não me pergunte os critérios. Acho que são os mesmos da vírgula fashion e, assim como dona virgula, as aspas fashion também começam a despontar como forte corrente do design pós-rococó-empolêixon-moderno. A ameba escrevente olha pra frase escrita na tela do computador e pensa: hummm… tá faltando alguma coisa aqui… Ah! Já sei! Pronto! Assim, ficou bonito… E fez-se a bosta! Estão lá as aspas tascadas onde a ameba bem (/mal) entendeu. Ficou visualmente bonito, e isso basta!
Eu não encontro nenhuma gramática para assinar embaixo do que eu vou dizer agora, então digo sem assinaturas mesmo: aspas servem para demarcar citações. Ou, então, para indicar ironia. Também servem para identificar neologismos, gírias ou estrangeirismos nas frases. Querem ver só?
Exemplo 1 – Citação: Lembrem-se das palavras de Jesus: “Um novo mandamento vos dou – amai-vos uns aos outros como eu vos tenho amado”.
Exemplo 2 – Ironia: O texto do convite de Renata Banhara está “muito bem escrito”.
Exemplo 3 – Palavras ou expressões populares, gírias ou neologismos: Fulano “levou um lero” com beltrano.
No primeiro exemplo, por citar as palavras de outra pessoa que não eu (até onde fui informada, não sou Jesus Cristo), marquei a citação entre aspas. No segundo exemplo, o que eu quis dizer foi que o convite da Renata Banhara tá mal escrito à pampa. Tanto está que dá a entender que o autor da frase não esqueça o meu presente é o tal do DJ que vai tocar no convescote dela. E, no terceiro exemplo, foi a gíria levou um lero quem mereceu a decoração dos simpáticos símbolos.
Mas voltando para o convite em questão, por que dona Banhara pôs as frases Não esqueça do meu presente e Conto com todos voçês (sic) entre aspas? A não ser pelo critério fashion, não encontro mais explicações para o fato….
… é que eu já fui de Joaquim Barbosa a Dado Dalabella; ou de Chico e Vinícius a DJ Marlboro, em um só post…
O que eu poderia postar aqui justo depois de Alvaro Moreyra?!?!?!
Medo, muito medo….
[aimeutranstornobipolar...]
Vou dormir. Esse post deu desgosto…
Rapááááá… eu posso botar cor no texto? Só descobri isso agora…. Bora atualizar os textos lá embaixo e pintar todos eles! É agora que a caneta vermelha vai chacoalhar…
Desisti de simplesmente me irritar de forma passiva com textos mal-escritos, repletos de chavões, e que você percebe na hora que o autor sentou-se à frente do teclado pronto para abalar a outrem com sua… erudição (cof, cof).
Os autores desses textos não estão nem aí para o fato de que o texto tem que ser de fácil assimilação. Eles querem é mostrar o vernáculo. Não aceitam críticas ou correções. Pelo contrário, ficam irritados quando alguém tenta melhorar o texto ótimo (cof, cof) deles.
Então, eu resolvi simplesmente fazer este blog para mostrar a esse povo a verdadeira faceta deles. (A ridícula). Quero me divertir com este blog.
Ah! Por favor: se o seu texto for citado aqui, fique à vontade para nos enviar um (outro) texto em sua defesa!! Terei o maior prazer em publicá-lo! Tenho certeza que ele será redigido com a mesma capacidade do texto original!
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