Prezado Ronald de Carvalho,
Li com um prazer que poucos textos me têm proporcionado ultimamente seu artigo no Blog do Noblat, e gostaria de fazer algumas observações a respeito. Permita-me (bom, se você não permitir eu já saí fazendo, então, malzaê
) fazê-lo pontuando seu texto original. Vamos lá:
Liberdade até para os estúpidos
A liberdade de imprensa se aprimora pela liberdade de errar [Concordo. Apenas ressalvaria que a liberdade de errar deve estar sempre ao lado da responsabilidade de reconhecer e corrigir o erro. Liberdade com responsabilidade é sinal de maturidade, né? E gente madura é gente que já aprendeu de há muito que respeitar o interlocutor/antagonista/próximo ajuda a diversidade de opiniões a brincar alegre e viscejante no jardim da democracia. BLEARGH, que imagenzinha piegas! Ah, mas não vou mudar, não...]. Jornalista não é policial, alcagüete, meganha de quartel nem delator [Ainda bem que neste ponto nós concordamos! Então, se o jornalista não é nada disso, seus textos/reportagens/matérias devem não adotar esse tom, certo?]. Sua função na sociedade é a de vigilante dos princípios éticos que sustentam as instituições [Muito bem. Concordo. Acontece que o jornalismo em si é outra instituição. E aí, quem vigia a instituição Jornalismo Democrático?.]
É possível que algumas vezes, do alto da gávea, se possa bradar um “terra à vista” sem que haja terra ou se a vista estiver embaçada. Entretanto, com certeza há gaivotas no céu.
Em 40 anos de profissão, já cometi muitos erros e vi muitas imprecisões serem cometidas por jornalistas da minha geração. Apesar disso, jamais se cometeu uma infâmia. A imprensa pode ser imprecisa, mas jamais, cega, surda ou idiota [er.... cê num tem lido a Folha nem a Veja ultimamente, tem? Ó, se num tem lido, faz muito bem, continue assim! Faz mal pro estômago!
]. Quando comete um erro, corra, porque atrás da meia verdade dorme a verdade inteira [ou uma mentira deslavada, vai saber... e é justamente nesse vai saber que mora o perigo].
O jornalismo é um vigilante de seu tempo [sim, mas o jornalismo não pode perder a noção de que, ao vigiar seu tempo, ajuda a fazer história. E não há nada mais ridículo do que ler, passados os afãs dos momentos, este ou aquele texto jornalístico mais carregado nas tintas... as manchetes do jornal Última Hora durante a era Vargas hoje em dia são um misto de inocência com canalhice (por mais contraditório que isso possa soar) que, no frigir dos ovos, mostram-se não-profissionais, a ponto de beirar o ridículo. Vigiar seu tempo sem perder a perspectiva histórica é um desafio que, com todo o respeito, os jornalistas de agora não estão sabendo equilibrar - assim como os de outrora, com o agravante de que Carlos Lacerda escrevia bem melhor que Diogo Mainardi, mas aí já é covardia da minha parte. Deixa isso prá lá.]. Cabe a ele escarafunchar o ilícito para que a Polícia, o Ministério Público e a Justiça cheguem à verdade da transgressão. Não exijam que uma reportagem seja perfeita. Ela foi feita para cometer erros.[OK. Mas aí entramos na questão política da coisa. Vou nem começar aqui aquele papinho de faculdade que diz que isenção é utopia, porque isso a vida nos prova. O jornalista tem que ter a visão de até que ponto sua vigilância do tempo terá como função mera e simples monitorar a sociedade ou se a coisa vai mais além, e essa vigilância acaba por servir de objeto de manipulação ou mesmo servir aos interesses deste ou daquele grupo político, em detrimento de outros. Essa noção o jornalista tem que ter. E tem que saber cortar esse tipo de relação incestuosa com este ou aquele setor político. Porque senão entraremos nas ainda mais perigosas searas da moral e da ética, e aí é que essa discussão vai agarrar num prosa pra mais de ano...]
Aos poderes públicos, pertence a função de corretor de ortografia da verdade [aqui você vai me desculpar, mas eu vou largar o meu tom sério e respeitoso e reagir com deboche: os corretores ortográficos da verdade acabam todos por incorrer naquela esparrela do salto triplo carpado hermenêutico, né? Coisa pior que tradutor do Google, zifio, cuidado...
Pronto, passou!] . Todos os grandes escândalos comprovados nos últimos tempos, quando denunciados, continham erros que quase desmereciam a denúncia.
Entretanto, a partir da imprecisão, a Justiça lavou a roupa e encontrou as nódoas que envergonhavam a sociedade [Mas antes de a justiça lavar a roupa os repórti já tinha tudo acertado nas linhas e nas tintas, né? Começaram com linhas tortas mas se acertaram no caminho...] . Assim foi com Collor: a cascata da Casa da Dinda era uma cascatinha de jardim e, portanto, a capa da revista era cascata. Desse erro chegou-se à quadrilha de extorsão [Mas o que é uma cascatinha (sem trocadilho) diante do esquema PC? E que importância a cascata da Casa da Dinda teve, a não ser destacar a evidência da falta de bom gosto do então chefe da nação?].
Da mesma forma foram as denúncias de Carlos Lacerda contra o bando liderado por Getúlio. O fato inicial não era verdade, mas chegou-se a Gregório Fortunato e a história mudou de rumo. [ou, visto por outro ângulo: Gregório Fortunato não foi capaz de perceber que o Lacerda estava prestes a se enforcar na corda que ele mesmo estava tecendo, não soube segurar a onda e desandou completamente a sustentação política do governo Vargas. Smartão versão 1954 (Xiii... foi em 1954 isso, né? Espero que sim, porque a preguiça de buscar no Google é enorme...]
Aparentemente, os aloprados de São Paulo que pretendiam comprar um dossiê que incriminava seus adversários, era uma malvada invenção da imprensa. Entretanto, uma foto retratando um morrote de dinheiro ilustrou a primeira página dos jornais e jogou uma eleição presidencial para o segundo turno. [Aham. Por falar em morrote de dinheiro, já se descobriu qual a explicação para ele? Não se ofenda, por favor, estou perguntando na maior inocência (tá bom, não tem tanta inocência minha pergunta, mas faz de conta que tem, vai...
]
Assim é a imprensa: se nutre do erro, para cevar a verdade [er... serei obrigada a fazer outra associação comparativa: a das células-tronco. O grande lance e o grande desafio pros cientistas é descobrir até que ponto dá pra se mexer com células tronco de maneira que sua divisão resulte na formação de um novo tecido, e não um foco de câncer no corpo. E aí, vale a pena arriscar um câncer pra regenerar um tecido/parte do corpo? Casa caso é um caso, diriam os médicos...] . Aos tiranos ocorre o pavor à liberdade de errar para que, pelo silêncio, manipulem a verdade [zifio, tenho que tirar o chapéu para o seu estilo, mas vamos combinar que você ultrapassou as linhas da maldade aqui... oras, quem adora dizer que não pode errar é o moço Lizinácio, né? Chamá-lo de tirano seria, no mínimo, uma imprecisão hermenêutica de sua parte. Desculpa, mas seu texto vinha tão bem, tão classudo, tão elegante, daí você chega aqui e escorrega na tirania...] . Nesta penúltima semana de setembro, a revista Veja publica um artigo do sociólogo Demétrio Magnoli que é aula a quem pretende exercer, eleger, entender ou criticar o poder [li o texto em questão e discordo de você, mas vamos lá...].
O título A Liberdade Enriquece mostra a conservadores, revolucionários, mentes lúcidas ou idiotas em particular que a liberdade de expressão transita por qualquer regime que realmente procure a justiça das sociedades.
Rosa de Luxemburgo, a Passionária polonesa que tanto inspirou as esquerdas do século vinte, é citada para reproduzir um mantra que define a liberdade. ” Liberdade somente para os partidários do governo não é liberdade. Liberdade é sempre a liberdade daquele que pensa de modo diferente”.
Como se não bastasse tamanho soco que nos faz acordar para a responsabilidade social [acordar para a responsabilidade social? Jura? Posso cobrar?] , o artigo nos premia com a pérola de uma frase, que se bem pensada, nos leva à emoção: “Liberdade não é um artigo de luxo, um bem etéreo, desconectado da economia. Liberdade funciona, pois a criatividade é filha da crítica”. [Esse daí foi o final do ensaio. Ficou até bonitinho pra fechar o texto, mas permita-me destacar aquela que, na minha modesta (OK, esquece o modesta. Não sou modesta.) opinião, é a melhor frase desse ensaio: Nenhum homem combate a liberdade; no máximo, combate a liberdade dos outros. Acrescentaria que nenhum homem nem nenhum veículo de comunicação combate a liberdade. Haja vista o blog da Petrobrás, né?]
Enquanto isso, nos porões da estupidez e na catacumba da inteligência há quem continue a afirmar que há excesso de liberdade de expressão no Brasil e que aqueles que estão no poder são a opinião pública.
Leiam, estudem, pois ainda há tempo.
A liberdade também foi feita para os estúpidos.[Aqui eu vou lamentar que um texto tão elegante e tão bem escrito tenha, apesar de tanto controle e medição de palavras, definitivamente escorregado na falta de élan e numa grosseria a meu ver desnecessária. E vou provar o porquê. Mas isso lá embaixo, porque quem vai falar a rodo agora sou eu...]
Ronald de Carvalho é jornalista
Pois eu discordo muuuuuuuuuuuuuuito da conclusão do seu texto. Ele vinha tão bem, tão elegante, tão ponderado, e de repente escorregou numa grosseria ríspida… me pareceu que, na pressa de completar o total de caracteres a que você tinha direito (imagino que seu texto tenha sido publicado nas páginas de O Globo), você tenha se apressado a simplesmente desmerecer seu antagonista e pronto. Mas permita-me (e mais uma vez, se você não permitiu, azar, né? Eu fui tomando a liberdade mesmo, fazer o quê? Sou saidinha…
] discordar profundamente de você.
Por excesso de liberdade de expressão, eu entendi que o autor dessa frase (a quem você não identificou por motivos que eu não vou tentar decifrar e cja decisão eu vou respeitar e seguir) quis dizer que é liberdade de mais e responsabilidade de menos. Cadê a responsabilidade de expressão? Cadê aquela responsabilidade social a que você se referiu um pouco antes da conclusão do seu texto? Responsabilidade social, para o jornalismo, é responsabilidade de expressão, oras…
Mas vou começar (começar? Que vergonha, dona Bruxa, cê tá discordando dele faz tempo!) a discordar de você pela expressão por você empregada, nos porões da estupidez e nas catacumbas da inteligência. Até porque, como jornalista, você deveria se forçar ao exercício de raciocinar dentro da linha de raciocínio daquele de quem você discorda – e, assim, tentar entender as razões alheias.
Mais uma vez, já que você não identificou o autor dessa frase, e limitou-se a menosprezar sua importância e relevância, não vou ser eu quem vai dizer quem foi que disse isso. Contudo, ao invés de catalogá-lo como burro e estúpido, eu lhe convido a, por alguns instantes, partir da premissa de que ele é inteligente, perspicaz e sagaz. Faz de conta que você trabalha pro jornal espanhol El Pais, por exemplo. Vamos partir do princípio de que o autor da frase pode estar certo. Pense comigo, e vamos aqui aplicar uma perspectiva histórica:
Vamos fazer de conta que não somos brasileiros e que não moramos no Brasil. Somos estrangeiros e externos à situação política que aqui se desenrola.
Daí que o Brasil está sendo, pela primeira vez, governado por um metalúrgico. Chegamos ao ápice da democracia, né? Será?
Porque, pra mim, uma das características da democracia é a maioria prevalecer e a minoria saber reconhecer o desejo da maioria e, principalmente, submeter-se a esse desejo, ainda que isso vá contra suas convicções, opiniões, ideologias… Você acha isso impossível de acontecer? Então, converse com John McCain. Ele deu ao mundo uma aula de superioridade norte-americana irritante, enervante, odiosa e maravilhosamente plena. Relembremos, pois, alguns trechos do discurso dele que eu ouvi com lágrimas convulsivas de emoção e de raiva (
Porra, Bruxa, você tá concordando e se emocionando com um republicano?, repetiam para mim meus neurônios. E eu dizia a eles que sim, fazer o quê, né?

)
O senador Obama alcançou um grande feito para si mesmo e para este país. Eu o aplaudo por isso.
(…)
O senador Obama e eu tivemos e discutimos sobre nossas diferenças, e ele prevaleceu. Sem dúvida muitas dessas diferenças permanecem.
(…)
Eu não seria um americano digno desse nome se lamentasse um destino que me permitiu ter o privilégio extraordinário de servir a esse país por meio século.
(…)
Hoje, fui um candidato ao posto mais alto do país que amo tanto. E esta noite permaneço um servo. Isso é benção suficiente para qualquer um
(…)
Desejo boa sorte ao homem que foi meu oponente e será meu presidente.
Pois o grande desafio da democracia não é a existência de uma pluralidade de opiniões. É a capacidade de os plurais se respeitarem, se tolerarem e se submeterem um ao outro à medida que o tempo passa e as urnas falam. Responda sinceramente: você imagina José Serra falando isso de Dilma Roussef?
Mas eu mesma fugi da minha linha de raciocínio. Convido-o a retomá-la comigo.
A minoria derrotada foi incapaz de reconhecer que, carambolas, aquele metalúrgico que ela considerava menor, pequeno, irrelevante e incapaz, fosse, sim, capaz de conquistar a confiança da maioria da população do país. E continuou a enxergar aquele metalúrgico não como um presidente, mas como um cara que ousou chegar à presidência e, droga, a gente tem que engolir.
A imprensa brasileira foi, a meu ver, incapaz de enxergar a novidade desse metalúrgico no poder. Foi incapaz de cobrir o governo a partir dessa perspectiva histórica. E resolveu, para adotar uma expressão bem blogueira, acompanhar o mimimi da minoria derrotada.
Essa minoria sempre subestimou o metalúrgico. E, em seu exercício de menosprezo, não enxergou a ascensão política do metalúrgico dentro da presidência. Não enxergou dentro de uma perspectiva histórica o trabalho do metalúrgico. E continuou a menosprezá-lo. Chocava-se em vê-lo ao lado da Rainha da Inglaterra, ou considerava escárnio o presidente dos Estados Unidos chamá-lo de o cara. E não enxergava geral com mais dinheiro no bolso, geral comprando, pela primeira vez na vida, ou mesmo pela primeira vez em muitas gerações, casa própria, carro, eletrodomésticos e, ainda assim, sobrar um dinheirinho no final do mês. Enfim, uma bela abalada na pirâmide social e de poder aquisitivo neste país. E isso muda muita coisa. Isso muda economia, hábitos de consumo, poder de fogo, poder de barganha. A frase uma França subiu da classe pobre para a classe média não deve ser entendida com ouvidos de promessa política, mas com neurônios de analistas sociais e, principalmente, sob o ponto de vista de alteração do comportamento econômico da sociedade brasileira. E o que fez o minúsculo grupo derrotado?
O minúsculo grupo não percebeu que a frase nunca antes na história deste país poderia ser traduzida para uma expressão bem corriqueira do vocabulário de 15 em cada 10 executivos mudernos: estamos quebrando paradigmas. E chocava-se ainda mais ao ver a popularidade do metalúrgico crescer a níveis estratosféricos: o povo é ignorante, não sabe o que diz, menosprezava a minoria. (quer dizer, pelo menos a gente não pode acusar essa minoria de incoerência, né?)
O que fazer para reagir? Vamos mostrar à plebe ignara que esse governo não é perfeito! E o que fizeram? Olha o monte de corrupção que tá comendo solta no governo. Como diram as bichas-calendário ;), foi uma atitude muito UDN 1956. Mais de meio século envelhecida. Mais velha que o Café Capital…
Ao acompanhar a posição da minoria derrotada, a mídia tradicional adotou para si uma visão restrita do cenário político nacional. E, junto com a minoria derrotada em 2002, afastou-se da opinião da maioria. Afastou-se da perspectiva política da maioria eleita.
Não estou aqui defendendo a corrupção nem os desvios de conduta que porventura (até porque, dentro do seu raciocínio de comprovação jurídica, nada ainda foi provado e punido, né?) ocorreram nos últimos 8 anos neste país. Estou apenas destacando que o jornalismo foi terrivelmente parcial nos últimos 8 anos ao ser incapaz de traduzir em suas páginas e telas e alto-falantes a lógica e o ponto-de-vista da maioria que apoiava o metalúrgico.
Daí que a relevância social da mídia tradicional no dia a dia da maioria da população só fez decair nos últimos oito anos. E justamente por afastar-se da maioria e aproximar-se da minoria, a mídia tradicional perdeu-se em seu papel social. Está falando para toda a sociedade, mas sendo considerada por uma minoria. está sendo solenemente ignorado pela maioria. A maioria, que tem acesso à Internet, busca outras fontes de informação, busca opiniões mais… plurais.
Agora, pegue esse ponto de vista político, uma mera opinião pessoal, e aplique sobre ele um viés administrativo, um viés corporativo. Pegue essa opinião e use-a para analisar, do ponto de vista de administrador de empresa de comunicação, a audiência do Jornal Nacional nos últimos oito anos. Ou mesmo as pesquisas feitas entre os espectadores do Jornal Nacional.
Compare o gráfico da audiência do Jornal Nacional nos últimos oito anos com o gráfico do número de assinantes (reais, desconsidere a tiragem total e, principalmente, os exemplares de brinde) da revista Veja, da Folha de SPaulo e do Estadão. Não os tenho disponíveis, mas ouso chutar que a e(in?)volução da curva é semelhante. Será que esses gráficos não corroboram meu ponto de vista? Que, por um acaso, coincide com o ponto de vista do presidente da república?
Ora, onde foi parar aquele jornalista da anedota que, convidado a escrever sobre Jesus Cristo, perguntou: contra ou a favor?
Cadê o exercício retórico que todo jornalista deve ser capaz de fazer? Será que a imprensa tradicional brasileira foi capaz de ver não só o lado corrupto do governo que por ora se encerra (encerra?), mas também o lado bom?
E por que os jornalistas que se sentem formadores de opinião neste país insistem em ver Lula como, parafraseando você mesmo, os porões da estupidez e as catacumbas da inteligência? por que os jornalistas não são capazes de perceber Luiz Inácio e analisar seu governo a partir de sua perspicácia?
Porque tá faltando essa amplitude de pontos de vista, sabe? Tá faltando esse exercício de democracia de ouvir todo mundo e respeitar todo mundo.
E é justamente essa lacuna que foi criticada pelo autor da frase que você recusou-se a identificar.
Aliás, eu lhe convido a analisar a frase Quem está no poder são os formadores de opinião sob a perspectiva e dentro do contexto do autor da frase.
Será um exercício e tanto de jornalismo.
Sei que é um pouquinho de abuso fazer esse convite a uma pessoa que tem 40 anos de experiência em jornalismo. E um pouquinho menos de experiência em vivência democrática.
Este meu humilde (OK, não é humilde, é arrogante
bagarai, mas deixa isso prá lá, isso não vem ao caso) caldeirão está à sua disposição caso vc queira treplicar meu ponto de vista. E espero que você tenha entendido que eu apenas expus aqui meu ponto de vista razoavelmente diferente do seu, mas de forma respeitosa e elegante. E todas as vezes em que eu escorreguei para o escárnio (porque eu não sou de ferro, né?

) eu pedi desculpas…
Eu curto horrores um ponto de vista diferente do meu. Contanto que ele me seja exposto de forma elegante e respeitosa.
esteja à vontade, pois!
Respeitosamente,
Madrasta do Texto Ruim
(sou jornalista. Se você quiser, eu lhe revelo minha identidade secreta huahuahua. Mas permita-me curtir aqui neste blog esse personagem. Me divirto demais por aqui!)