William Homer, digo, Bonner, #tededico!
Esse é um post de um ectoplasma suíno (/espírito de porco) de raiz. E calma, Bonner, que eu vou te defender e, no final (espero) que você se sinta homenageado! Ah, é do fundo do meu coração suíno!
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Tudo começou com este artigo aqui. Deu uma confusão danada. (Mas jura que esse artigo é de quatro anos atrás? Puxa, parece que foi ontem!)
O porquê da confusão eu nunca entendi. Na verdade, entendi sim: o dito professor da USP vive num mundo perfeitamente intelectual (ou intelectualmente perfeito, vai saber) e quer que o público do Jornal Nacional seja igual aos estudantes da USP. Rá, rá, rá. Pronto. Não, deixa eu rir mais um pouquinho: rá, rá, rá.
Não são estudantes nem professores da USP que alimentam o material deste caldeirão, por exemplo (pelo menos não até agora). O que o lindo profess… (ah, perdão, mas lindo mesmo é o Bonner) enfim, o que o professor em questão não considera é que existem vários níveis de saberes e conhecimentos sociedade brasileira afora.
O que mais me abespinha nessa heterogeneidade toda não é o pobreinfelizdequixeramobim que não teve oportunidade de estudar. Dele eu tenho pena e me compadeço. Quem me irrita é o fulaninho que estudou e não sabe escrever, muito menos concatenar idéias (esse acento ainda serve d’alguma cousa…).
É esse fulaninho, a quem eu chamo de Ameba (e o Cardoso, por exemplo, chama de salsinha), que recheia este caldeirão. É esse fulaninho quem escreve mal, errado, não se expressa direito e ainda quer ser bem compreendido. E isso pra ficar só no âmbito da linha editorial do Objetivando Disponibilizar.
Mas se eu exorcizo essas amebas e o Cardoso dá block nas salsinhas, o pobre (pobre? Ah, eu quero é o salário dele!) infeliz do Bonner não só tem que cativar como sua missão diária é manter essas salso-amebas, a quem ele carinhosamente chamou de Homer Simpson, atentas e ligadonas no Jornal Nacional.
Ao Bonner, que faz aniversário hoje, eu desejo meus parabéns, toda a felicidade do mundo etc e tal. E ao queridoprofessor da USP, eu desejo dois dias de atendimento telefônico na Central de Atendimento ao Telespectador da Rede Globo. Pra que ele, por exemplo, tenha que explicar vinte e sete vezes pra mesma ameba que o cinto que a Patrícia Poeta usou na edição de ontem do Fantástico não está à venda por aquele telefone.
Mas, enfim. Quando eu li o artigo lincado lá no início desse texto, a primeira coisa que eu pensei foi o que eu escrevi aí em cima. E a primeira coisa que o meu lado ectoplasma suíno (/espírito de porco) pensou foi: cara, quando é o aniversário do Bonner, hein? Acabo de ter algumas idéias ma-ra-vi-lho-sas para presente de aniversário!!!
Pra começar: nada de bolo ou guaraná! Aniversário de William Homer, digo, Bonner, tem que ser regado a donuts e cerveja! Mas olha que cuti-cuti que eu encontrei no google, gente!
Não é a-ca-ra do Homer, digo, Bonner?
Isso tudo pra desejar meus parabéns ao Bonner pelo dia de hoje. E, por favor, convidem o tal do professor pra atender o telefone da Central de Atendimento. Ele tem que aplicar a teoria dele em algum lugar (ai, malcriados! Pensaram nesse local de aplicação também, é?)
