Objetivando disponibilizar? Como assim? Explica…

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Toca o telefone do trabalho. É o meu marido. Sua voz soa ora irritada, ora transtornada:

– Acabei de te enviar um e-mail com um texto que tá uma @#$%#$¨$%¨#$! Recebi ele de uma divisão daqui do trabalho, tenho que botar no site! Vê se você consegue dar um jeito nessa joça, porque eu tô mexendo nele faz umas três horas, e não consegui melhorar!

– Tá bom, tá bom… calma, deixa eu ver o que eu faço! Vai tomar uma água porque você tá muito irritado!

Chegou o e-mail. Eu abri o texto:

“Objetivando disponibilizar um novo conceito em (…)”

Não me pergunte o que estava escrito depois. Eu não sei. Não consegui ler. Me irritei tanto com a obra, que liguei de volta pro meu marido:

– Devolve esse troço pro autor, e manda ele de volta pra alfabetização! E diz que objetivando disponibilizar é a @$#$%$@#%#$!

E a partir desse dia, toda vez que nos deparávamos com um texto mal-escrito, eu e marido falávamos: “Putz, mó objetivando disponibilizar, hein?”

Desisti de simplesmente me irritar de forma passiva com textos mal-escritos, repletos de chavões, e que você percebe na hora que o autor sentou-se à frente do teclado pronto para  abalar a outrem com sua… erudição (cof, cof).

Os autores desses textos não estão nem aí para o fato de que o texto tem que ser de fácil assimilação. Eles querem é mostrar o vernáculo. Não aceitam críticas ou correções. Pelo contrário, ficam irritados quando alguém tenta melhorar o texto ótimo (cof, cof) deles.

Então, eu resolvi simplesmente fazer este blog para mostrar a esse povo a verdadeira faceta deles. (A ridícula).  Quero me divertir com este blog.

Ah! Por favor: se o seu texto for citado aqui, fique à vontade para nos enviar um (outro) texto em sua defesa!! Terei o maior prazer em publicá-lo! Tenho certeza que ele será redigido com a mesma capacidade do texto original!

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