Era uma vez uma bruxinha estudante (ou: estudar vale a pena, sim senhor! \o/)

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então houve ontem uma blogagem coletiva sobre a importância e a necessidade de se estudar?

Céus, ainda dá tempo de participar!? Espero que sim! Vou republicar um post de novembro, que eu adorei fazer! Ah, que gostoso foi relembrar meu tempo de escola! Espero que vocês curtam! (Mas vai estourar umas pipoquinhas, poreque esse texto é loooongo purdimais! 😀 )

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Juro por Deus – a entrada da escola era assim mesmo! Um sonho!

Tô sendo influenciada por essa blogosfera de Deus a fugir da linha editorial deste blog. Primeiro foi o Pannunzio que me inspirou a contar do dia em que o marido ficou preso do lado de fora de casa.

Agora é a Conceição Oliveira, do blog Maria Frô. Ela contou aqui sobre suas primeiras lembranças da escola primária. Os traumas com professoras sem-noção e as satisfações de uma menina a descobrir o mundo, as letras, os saberes, as receitas de feijão… 😀
Me peguei pensando na minha alfabetização e nas primeiras tias…
Ah, vou contar!
A primeira tia de que me lembro foi a tia Cema, ainda no Jardim de Infância. Uma senhora, cabelos tingidos de louro, rabo de cavalo. Devia ter seus 50 anos, no Colégio Professor Monteiro Barbosa, no subúrbio do Méier, no Rio de Janeiro. Eu morava em Higienópolis, Rio de Janeiro. Sabe Higienópolis, São Paulo? Pois é. Não. A rua principal desse bairro era (acho que ainda é) a Estrada Velha da Pavuna. Se você ainda não jogou no Google Maps, te digo que hoje a Linha Amarela cruza essa rua duas quadras depois de onde eu morava. O lado pobre da Linha Amarela, bien sûr.

Joguei no Google pra ver se encontrava mais informações sobre o Colégio Professor Monteiro Barbosa, e achei a bendita, gente!

Interior do colégio Professor Monteiro Barbosa       Eu brinquei muito aí!

Me acabei de chorar ao ver pelas fotos que o pátio, a cantina, continua tudo igualzinho ao que era quando eu estudei lá há… uma semana! O passado remoto aconteceu sempre na semana passada! 😀 reparem na piscina à esquerda. Também fiz natação lá! Gente, quanta emoção!

Mas eu falava da tia Cema. Lembro que certa feita ela contou pra minha mãe que, pela manhã, ela lavava fraldas de pano. Ou será delírio meu? De qualquer forma, minhas lembranças da tia Cema são iletradas e raras. Apenas muito carinho. Isso foi em 1978 marromeno. (velha é você!) Mas eu tô pensando aqui, e ligo muito a tia Cema à imagem da Hebe Camargo… (não, é a tua mãe que é velha, seu sem-educação!)

Fui me alfabetizar no ano seguinte ainda no Monteiro Barbosa. O Sonho de Talita foi minha cartilha. Me lembro do desenho da Talita, e hoje me dou conta por que, anos mais tarde, fui tomada por uma ternura inexplicável pela imagem da Mafalda, do Quino. Gê-me-as. 😀

O Sonho de Talita – Livro de Exercícios (que eu nem lembrava que tinha)

Minha professora: tia Maria Augusta. Em minhas memórias, não era bonita. Cabelo maltratado, rosto espinhento. E suas motivações eram regadas a lápis: fez o dever bonito? Ganha um lápis! Chegou cedo? Ganhou um lápis! tirou 100 na prova? Adivinha? Lápis! Um lápis simples, preto… que eu cobicei muito!
O contrário do lápis preto era o ficar em pé na frente da sala diante do quadro negro, e todos os coleguinhas olhando pra sua cara. Fiquei uma vez, porque me esqueci de fazer o dever de casa. Chorei até não poder mais. Hoje acho que foi injusto, mas será que essa reprimenda não funcionou?
Modéstia à parte, acho que era uma das melhores alunas. Era ávida e ansiosa por aprender a ler tudo o mais rápido possível. A turma inda tava no ma-me-mi-mo-mu e eu já tava nos dígrafos de cachorro. Só fui descobrir que diachos era um dígrafo quando a tia Augusta explicou, mas àquela altura eu já havia inferido que ch tinha som de x. Aliás, por quê fomos aprender o x de xadrez e o z de zebra só no final do livro, no último bimestre? Eu já tinha chegado lá em junho!
O Sonho de Talita - livro principal

O Sonho de Talita – livro principal

Por falar em reprimendas, me lembro como se fosse hoje de quando comecei a estudar os dígrafos lha-lhe-lhi-lho-lhu. Naquele fim de semana, a família se reuniu na casa da minha madrinha. Na hora do cafezinho, me ofereci toda sestrosa para escrever numa lista quem iria querer cafezinho. Escrevi os nomes com todo o cuidado e, ao entregar o papelzinho à minha madrinha, ela riu com gosto da minha cara: “ô, minha filhinha! TiaAmélia não se escreve com éle agá!” Eu escrevi Tia Amélha. E juro por Deus, todas as vezes que escrevo ou digito a palavra Amélia, me lembro desse momento. Isso me ajudou – e muito – a me esforçar para jamais errar na grafia de uma palavra.

Mas eu ia pra escola de ônibus. Havia três “linhas” de ônibus, todas da escola: a vermelha, a azul e a verde. Eu ia no ônibus vermelho, dirigido pelo tio Joel. Meu irmão tinha 2 anos, e me acompanhava fascinado naquele ritual de acordar, fazer o dever de casa, tomar banho, almoçar, vestir o uniforme e esperar pelo ônibus do tio Joel, que me levava pra aula.

A carteirinha do meu primeiro ano no     Monteiro Barbosa

Um belo dia, pedi à minha mãe que me comprasse outro caderno, pois o meu estava acabando. Meu irmão pediu na hora: “eu também quelo!” e minha mãe trouxe dois cadernos. Quando o ônibus chegou e buzinou, eu desci correndo pra pegá-lo. Meu irmão, trajando apenas um shortinho, descalço e sem camisa, mas com o caderno novo e uma caixinha cheia de cotocos de lápis em mãos, disse com toda a autoridade: “Eu também vou! Eu tenho caderno!

Eu e meu irmão com o tio Joel. Nesse ano, eu estava sendo diplomada na alfabetização; ele ganhou o diploma de “adeus às fraldas” 😀

Naquela tarde, minha mãe conteve meu irmão – que chorou até pegar no sono. E ligou pra diretora da escola (que, anos mais tarde, seria acusada de tramar o assassinato do marido,o tio Lindáureo, mas  deixa isso prá lá), de cujo nome não me lembro. E a diretora disse que meu irmão poderia, sim, frequentar a aula do maternalzinho. Minha mãe então saiu pra comprar um uniforme pro meu irmão.

No dia seguinte, meu irmão não cabia em si de felicidade. Quando o ônibus do tio Joel chegou, ele subiu, deu um grande aceno a todos no ônibus e disse: oi, pessoal, hoje eu vou também! E correu pro fundo do ônibus. “E nem pra me dar um beijinho!”, chorou minha mãe ao telefone com meu pai, minutos depois da partida.
Eu fazia balé e, no final do ano, havia apresentação. Fiz duas apresentações, lá. Uma coma música dos Gatos dos Saltimbancos (nós gatos já nascemos pobres, porém já nascemos livres…) e outra da Emília (Pobre de mim Emília me traga uma notíca boa Pirlimpimpim, se não chover É vento ou é garoa). E ainda me lembro de parte das coreografias. Gente, a Cher (meu neurônio) é poderosa e vitaminada, viu?

Não me lembro dos livrinhos que eu lia nessa época. Mas me lembro que lia muita revistinha do Walt Disney e da Mônica – com o tempo, meu gosto foi se refinando e meu coração foi possuído pelo Zé Lelé 😀 . Mas o ano em que me alfabetizei foi também quando comecei a me interessar por Monteiro Lobato – por causa do Sítio do Pica-pau Amarelo que passava na Globo.

No ano da apresentação da Emília. à minha direita, o Yaro.

Aliás, duas grandes frustrações da minha infância: eu falava que nem a Emília faz de conta mesmo que não sei o quê não sei o que lá – PIRLIMPIMPIM, PIRLIMPIMPIM, PIRLIMPIMPIM! – eu dizia pirlimpimpim três vezes e não acontecia na-da comigo. Isso e eu me empolgar com o convite do Daniel Azulay: vamos lá, amiguinho, você consegue desenhar que nem eu – e o meu desenho invariavelmente ficava uma boooooosta. Desses dois traumas eu acho que jamais me recuperei.
Me lembrei de um coleguinha que sempre sentava a meu lado no ônibus, o Yaro. Nós brincávamos que éramos dois extraterrestres navegando em nossa espaçonave (oi?), a Puquixa e o Puquixo. Agora, de onde eu desenterrei essa memória, não sei. Sei que googlei o Yaro e acho que ele virou tatuador. Acho.
Em 1980, minha família se mudou para Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro, e eu fui estudar no Educandário Logosófico González Pecotche. Minha professora da primeira série primária era a tia Gláucia. Ela morava a uma quadra de onde eu morava, ambas perto da escola, que fica logo no começo da rua Mena Barreto, em Botafogo (que ainda se chama Álvaro Rodrigues) – ou no final da General Polidoro, seus fundos.
A tia Gláucia era muito legal. Jovem, esperta, falante, se mexia muito pra falar – via nela uma irmã mais velha. Décadas mais tarde (oi? eu disse décadas? Que nada! Apenas uma semana se passou!) eu a reencontrei. Já cursava faculdade de jornalismo na UFRJ. Entrei num auditório da Praia Vermelha e a vi, rodeada de colegas. Acho que cursava alguma pós em pedagogia. Eu a interpelei:
– Oi, você se chama Gláucia, né?
Ela se encolheu um pouco na cadeira e fez que sim com a cabeça. Prossegui:
– Sabe por que eu sei? (ela se encolheu um pouco mais e aguardou a resposta) É porque você foi minha professora na primeira série, em mil novecentos e [conteúdo censurado], no Logosófico, ali na Mena Barreto, lemb…
– Aaaaaaaahhhhhh! Eu tava com medo que você dissesse isso! Mas eu me lembro de você! Você é a fulana, filha da Iolanda, irmã do Paulo! Me lembro de você como se fosse hoje! Nossa, que primor de aluna! Tem doze anos e já está na faculdade, né?
Assim como eu, tia Gláucia também tem problemas com o passar do tempo…
Engraçado que da tia da segunda série eu tenho poucas lembranças. Tia Denise ou tia Cristina? Não lembro. Lembro apenas que ela odiava ser chamada de tia.
– Sou irmã do pai? Sou irmã da mãe? Então, por que você me chama de tia?
Porque eu fui ensinada a chamar professora de tia no maternal, tia!

Tenho grandes e deliciosas lembranças do Santo Amaro. Tenho, sim!

Terceira Série, e eu mudei de escola. O Logosófico era muito fraco, minha mãe tava incomodada com o fato de a professora não ter chegado nem à metade do livro de matemática. Fui parar na 3ª série B, da tia Tereza, no colégio Santo Amaro, que fica na rua 19 de fevereiro, também em Botafogo.
Tia Tereza tá lá até hoje. Vira e mexe eu a vejo. Ela abre um grande sorriso pra mim, mas sei que ela não se lembra de mim. É que o séquito de ex-alunas que falam com ela com um grande sorriso nos lábios é grande, ela apenas cumpre o dever de ser educada. Tenho medo de pensar quantos anos de magistério tia Tereza tem nas costas. Mas é uma excelente profissional.
Lembro que foi ela quem me ensinou os tempos verbais no modo indicativo. Ainda vejo em minhas retinas o quadro negro cheio de tabelas repletas de verbos conjugados no presente, pretéritos perfeito, imperfeito e mais-que-perfeito e futuros do presente e do pretérito do Indicativo. Acho que foi ela quem ensinou subjuntivo e imperativo, também.
Eu conjugava todos os verbos no meu caderno, ávida por saber de tudo. E adorava o fato de ter tanta coisa nova a aprender e desbravar. Tinha um grande prazer em pegar a régua e desenhar no meu caderno as linhas que separavam os tempos verbais. Será que as crianças de 8 anos ainda têm direito a ter o prazer de saber e de aprender gramática?
Acho melhor parar por aqui, porque eu tô me lembrando de todos os professores de português que eu tive – alguns brilhantes, outros mediocremente lamentáveis. Mas sei que, desde cedo,
(   ) nossa Linda flor do Lácio
(   ) nossa língua inculta e bela
(   ) nossa Língua Portuguesa
[escolha acima seu chavão preferido para se referir ao português]
sempre me fascinou, me entreteve e me trouxe muito prazer no aprendizado.
A ponto de eu encher o saco de vocês por aqui!
Pronto! Lembrei!
E tô aqui me acabando com meus recuerdos…
Ah, conta pra mim e pra Maria Frô as suas lembranças da escola…
Divirtam-se aí embaixo nos comentários! E eu prometo dar uma canetadinha nos textos muito grandes, sem nem falar nada! :D’
(e então? Vale a pena estudar? 😉 )
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32 comentários sobre “Era uma vez uma bruxinha estudante (ou: estudar vale a pena, sim senhor! \o/)”

  1. Conceição Oliveira comentou:

    Só sei que amei ter sido pretexto 🙂
    beijos

  2. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    Eu tenho que te agradecer muito por ter provocado lembranças tão gostosas, pesquisas tão supreendentes, memórias tão deliciosamente guardadas em mim com tanto carinho…

    Meu filho está há alguns meses na escolinha, e eu estou registrando tudo o que posso para que daqui a 20, 30 anos (OK, daqui a uma semana… 😉 ) ele possa ver tudo o que eu estou guardando e ter as mesmas lembranças gostosas que eu estou tendo agora…

    Só lamento pensar que nem todos podem ter lembranças tão doces da escola e da infância, né?

    (P.S.: fiquei pensando se as suas professoras sem-noção já se deram conta dos seus prêmios Jabuti… 😉 )

  3. Tweets that mention » Era uma vez uma bruxinha estudante -- Topsy.com comentou:

    […] This post was mentioned on Twitter by Conceição Oliveira, Madrasta Texto Ruim. Madrasta Texto Ruim said: Este post, enoooorme, foi provocado pela @maria_fro , a quem dedico: http://bit.ly/anuIDh "Era uma vez uma bruxinha estudante" […]

  4. Lígia Galvão comentou:

    Meu Deus, você é ótima, seu texto é ótimo e a proposta é ótima! Virei sua fã, dona Madrasta!

  5. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    Puxa, zifia, obrigada!
    volte sempre, e aceite um cafezinho… 😀

    Abração!

  6. Paulo Sallorenzo comentou:

    Um beijão para minha bruxinha linda!
    Bruxo pai

  7. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    muah!

  8. Allan Moraes comentou:

    Adorei o texto! =D

  9. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    \o/

  10. Isabel comentou:

    Faz muito tempo que vivo na Itàlia e procuro sempre notìcias do Rio de Janeiro, da cultura, etc. Cerco sempre de matar à saudade com as lembranças do meu passado. Outro dia me veio em mente de procurar qualquer coisa sua minha escola para poder mostrar à minha filha. Que sorpresa encontrar a foto do Monteiro Barbosa! Quando eu li a historia de questa pessoa que fala com saudade do Monteiro Barbosa, de Joel (nosso grande amico, motorista e faz-tudo da Escola, D. Zilda(que eu chamava de vovò, D.Isabel( a cozinheira), Prof.a Vilma Iara, Prof.Lucia de Port., etc… A profa. Soraya(que eu nao creio capaz daquilo que dizem que ela fez…). Prof.Soraya me ajudou muito em minha vida, o Prof.Lindauro… Lembro ainda Linduarte e nossos filmes em super-8, a discoteca da escola… Tantos belas lembranòas que vivem comigo e que me deixam suspiros de felicidade… Ah! Falando da tia Cema: ela e o professor de educaòao fìsica levaran-me no Hospital Salgado Filho quando eu cortei o pè na piscina da Escola. Grande parte da minha vida eu passei nessa Escola e se hoje gosto tanto de ensinar, devo a todo o corpo docente do Colegio Professor Monteiro Barbosa. Ah, Linduarte, se legerà essa e mail, tantos beijinhos de Isabel (se ainda tem contato com nossos velhos amigos, beijos tambèm a Leda Maria, Monica, Frenètica, Noemi,Zè Airton, Denis, etc)

  11. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    Nossa, Isabel, como eu fiquei feliz de ler o seu comentário! É isso mesmo, era a tia Soraya, o nome da mulher do tio Lindáureo! (Eu tinha medo do tio Lindáureo, vai entender…)
    vou te dar uma dica: pesquise o google street View. Eles estão começando a inserir fotos atuais de vários bairros do Rio de Janeiro. A zona sul tá toda mapeada, mas o subúrbio vai aos poucos entrando.. eu ainda não consegui ver imagens da Rua Miguel Fernandes, 230. Acho que os arquivos chegam até algumas quadras antes. Mas quem sabe daqui a alguns meses não teremos a fachada atual de nossa querida escola, né?
    Você estudou na escola em que ano, e em que séries? Eu fiz o Jardim II em 1978 com a tia Cema e o C.A. em 1979 com a tia Augusta… e você?

    um grande beijo pra você, tudo de bom!!!

  12. Izabela comentou:

    Morro de saudades do colegio professor monteiro Barbosa.
    Estudei la o Jardim I 1989, Jardim II 1988 e C.A. em 1990… Sinto muitas saudades das festas juninas, eu me fantasiava toda e ficava enrrolando fita em um mastro no meio da quadra. Me lembro tambem de todos os dias de manha cantar o hino nacional e estiar a bandeira, como eu chegava atrasado todos os dias eu nunca podia participar.
    Tia soraya era um doce, todos os dias eu inventava desculpas para ir a sala dela roubar uma balinha que ficava um potinho lotado em cima da mesa dela. Nao esqueco tbem que havia um boneco desenhado na porta da sala dela, era um guarda ingles com aqueles turbantes, eu morria de medo daquilo.. hauhau… Saudades demais..

  13. Leila Madeira comentou:

    Boa noite.
    Estudei no Colegio Professor
    Monteiro Barbosa.Me formei
    em professora,+- entre os ano
    de 1976 á 1979.Gstaria de saber
    se alguem tem fotos das festas
    de final de Ano, no Clube. Era
    realizado,com apresentaçoes das
    alunas.Des de já agradeço.

  14. brandaoberg@hotmail.com comentou:

    Querida que emoção em ver esse blog.Estou muito feliz em ver esse colégio que mudou a nossa maneira de pensar e de amar todos que conviveram em nossa mente.Sou marcos vinicius ,estudei no ano de 1979/2005,me lembro da Jackeine(filha do querido diretor Lindáureo),tenho no face Charles leitão,charles nunes,Ivan(terrível)velasco,etc…foi um prazer relembrar momento de uma sociedade e de uma geração nota 1.000!um grande abraço para vc e me lembro do seu marido conversava muito coigo no pátio..um abraço para vc do tamanho do nosso brasil…muitaluz!

  15. brandaoberg@hotmail.com comentou:

    No orkut tem a comunidade cólegio professor monteiro barbosa ou colégio monteiro barbosa,onde existe mais de 300 pessoas da nossa época…um abraço para vc!

  16. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    Er…. de que marido você está falando? Eu fui aluna do Monteiro Barbosa, quando estudei lá tinha 5 anos!!! O_o

    (P.S.: Me manda o link pra comunidade do Orkut, por favor?)

  17. Heloi Ramos comentou:

    Ola pessoal eu estudei no Monteiro Barbosa, fiz meu primário no colégio. Vcs lembram da Tia Fernanda a inspetora? Professora Ridália de portugues, Professora Sueli de Matemática, Claudia de Ciencias? Bem eu acho que nao sou da época de vcs… rsrs

  18. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    Em que época foi isso, Heloi? Eu estudei lá em 1978/1979. Você já viu a página dos ex-alunos do Monteiro Barbosa no Facebook? http://www.facebook.com/pages/Col%C3%A9gio-Monteiro-Barbosa/118989308184888?fref=ts

    Abração!

  19. Heloi Ramos comentou:

    Eu estudei la meados da decada de 80. Ja fui sim na pagina.

  20. MARTA CRISTINA comentou:

    eu gostaria de saber como obter o meu certificado do curso de especializaçao para o Magisterio do Pré-Escolar ano80 e 81? mARTA CRISTINA MEU e_MAIL MCRISTINAMARQUESDACOSTA@YAHOO.COM.BR

  21. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    entrar em contato diretamente com a escola e não num blog qualquer que cita a escola é um bom começo…
    Ter noção de onde obter informações pertinentes também pode te ajudar horrores por toda a vida…

  22. MARTA CRISTINA comentou:

    gostaria de saber como obter o meu certifica do curso que fiz em 80/81 especialização Pré- escolar no magisterio? Estive la na data de 06,02,2013 e a escola esta abandonada…….tudo fechado….alguém dessa epoca pode me dar alguma orientação?Marta Cristina

  23. edithquadrossousa comentou:

    Colegio otimo com alguns professores só tinha um de nome George Haroldo muito antipático Quanto ao diretor eu não gostava dele muito orgulhoso e prepotente ele não me suportava mas enfim pelo que eu entendi ele já foi e ainda estou aqui Graças a Deus. A professora Soraya muito boa e humana. Me graduei em 1979. Eu tenho o meu album de formatura e algumas fotos avulsas da turma mas não de festas. Mas não parei porai fiz mais duas faculdades Hoje sou viúva e estou muito bem e tenho muitas saudades das minhas colegas de magistério Mas Masta Crietina eu gostaria de ajuda-la mas não posso e também vc não era da minha turma mas está sendo um prazer conversar com voce.Se vc quiser conversar comigo o meu e-mail é edithquadros@hotmail.com será um enorme prazer.

  24. jonathas comentou:

    Eu também estudei nesse colégio do maternal até a 7°serie.Muito bom relembrar. Saudades daquele tempo.

  25. Leila comentou:

    Estudei lá,as pessoas eram ótimas, foi 1 ano apenas, mas tive medo da Soraya, ela era dissimulada e falsa!! logo veio a resposta de tudo !! ela é uma assassina!!

    http://www.youtube.com/watch?v=JAZxFVdocoY

  26. ana Carolina comentou:

    Quantas Saudades do Monteiro Barbosa. ..quantas lembranças boas… estudei lá do maternal a 4° série.. Minha primeira professora foi a tia beth no maternal… lembro que quando as crianças maiores cantavam o hino ela fazia questão de colocar as crianças do maternal em fila para escutar o hino… Não lembro da professora do jardim 1 mas lembro que era meio chatinha, , lembro da professora do jardim 2 a professora Marcela .. ela era morena bem magrinha… lembro da minha prima falar comigo que a professora tinha que ter cuidado para o vento não a levar… no Ca tive em torno de 7 professoras que acabou firmando a tia Nádia. …era uma senhora gordinha de cabelo liso que adorava colocar apelido nas crianças. ..mas as crianças as adoravam. .. lembro da tia arinda que eu cismava que o nome dela era arlinda…. lembro tanto da tia Fernanda que ficava no portão chamava eu meu irmão e minha prima de turma do balão mágico…. tinha o tio Pedro da limpeza. .tinha também o tio Paulo que ficava no portão. ..ele usava bigode …a década de 80 foi muito boa a infância daquela década foi tão boa e colégio também. .. tantas Saudades. .. parece que foi ontem

  27. Marcos Felipe comentou:

    Colégio Professor Monteiro Barbosa e Jardim Walt Disney! Puxa vida, você é uma das poucas pessoas que lembram do “Tio Joel”! Uma das coisas que mais senti com o fim do Orkut foi ter, depois de tantas décadas, perdido o contato com ele. Quando falávamos, ele me disse que estava morando em São Paulo, e tinha uma foto onde aparecia com cabelos grisalhos e com os netos!!! rsrsrs

    Também tenho saudades daqueles tempos… ahhh anos 80… rs

    Grande abraço!

  28. Marcos Felipe comentou:

    Esqueci… só para contribuir com as lembranças, a música que cantávamos para entrar “em fila” no pátio (sem ser o hino nacional!)

    – Vem, vem, vamos cantar
    – No mundo encantado vamos passear
    – Mundo de paz, lindo de mais
    – Que você, que você, sempre sonhou
    – O Mundo encantado que Walt Disney Criou.
    – Donald e Mikey, que turma legal
    – Vejo que fazem, a soma ideal (não me lembro se era “soma ideal” ou “dupla ideal”)
    – Walt Disney, Walt Disney, Walt Disney
    – Fez este mundo que a gente não quer…
    – …esquecer nunca mais!

    (no meu caso, não esqueci mesmo! lembro da música até hoje…)

  29. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    Gente, eu não lembro dessa musiquinha!!! 🙁 <3 <3 <3

  30. Cristina Pimenta comentou:

    Nossa!! Que nostalgia!! Morro de saudades dessa época, em que os professores eram respeitados!! Tio Joel, Profª Vilma, Profº Luiz Carlos(natação).. ficava no colégio em sistema de semi-interno… era muito bom… as festas do magnatas.. as olimpíadas.. a volta para casa na condução..e a frente da escola realmente era encantadora..rsrs..pena ter pedido contato com todos..

  31. » Memórias de uma bruxinha estudante II – missão trabalho pra faculdade comentou:

    […] porque eu tava com a impressão de que já tinha feito algo parecido. Não só fiz como foi um dos posts mais visitados da história do blog. <3 Inclusive recomendo a leitura dele antes de continuar por aqui… pode ir lá que eu […]

  32. Alessandro comentou:

    Eu estudei no colegio professor monteiro Barbosa muitos anos.

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