Morreu mas passa tão bem que chega a estar vivo…

Morreu, nada! Foi barriga da Folha! PORRA, FOLHA!!!

Eu tava cochilando. Tô cuma dor de cabeça duzinferno aqui. Daí vejo pulular no meu twitter a informação de que o Tuma havia morrido. OK, ele tava mesmo hospitalizado, foi a primeira coisa que me veio à cabeça. a segunda foi: como fica a candidatura dele pro Senado? Alguém entra no lugar dele, ou não dá mais tempo? Enfim, coisas práticas.

Até que começaram a surgir mensagens do tipo: “Tuma não morreu, gente, é mentira!” Aí eu pensei na família dele. Puta falta de sacanagem com os Tuma, né?

Daí, esta preconceituosa que vos fala pensou mais que imediatamente: só pode ser coisa da Folha!

Mas há quem diga que todo o preconceito tem um fundo de verdade, né?

A notícia – ca-la-a-ro – já saiu do ar. Uma barriga dest’amanho tem que ser escondida o mais rápido possível.

Mas é claro que meus diletos ectoplasmas suínos oraram aos deuses do print-screen e registraram a prova dos delitos de lesa-credibilidade, lesa-paciente de hospital e lesa-leitores. Um muito obrigada especial à @violinha pela imagem enviada.

Por isso, meu caros, eu conclamo o corinho. Digam junto comigo:

Um, dois, três e….

POOOOOOOOOOOOOOOOOOOOORRA,

FOLHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA



3 comentários sobre “Morreu mas passa tão bem que chega a estar vivo…”

  1. Allan Moraes comentou:

    Não sei se é um pequeno TOC da minha parte, mas dou tanta mais atenção ao uso jornalístico do verbo no presente que, muitas vezes, outros erros passam despercebidos – como esse caso de “morre” – parece até que ou somos extemporâneos, que adquirimos o dom de enxergar na quarta dimensão ou que falamos crioulo – estamos perdendo qualquer noção de tempo passado em nome de uma pretensa “agilidade” jornalística: “Fulano não morreu, fulano morre e talvez continue morrendo agora! ‘Morreu’ já é passado, né? Notícia velha…”

  2. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    Isso é puro cacoete jornalístico, a tal da necessidade de estar sempre atual… “Morre fulano” – como se morrer fosse um ato contínuo (já dizia Cassiano ricardo “quando se nasce já se começa a morrer”, mas pô, poesia numa hora dessas não, né?).
    Engraçado que, como jornalista adestrada nesse meio, eu já acho estranho um texto jornalístico que diga “morreu fulano”, assim, no passado…
    Tudo uma questão de adestramento, portanto…. 😀
    Mas eu tintendo, eu tintendo…. 😀

  3. Serra foi agredido por petistas. Saiba tudo. | ImprenÇa comentou:

    […] {{não acredite em mim – roubado da @bruxaOD}} […]

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