Obama e a mosca da Folha (ou Piada Pronta define)

[Este post aqui foi inspirado no post do Rodrigo Vianna, doravante denominado ectoplasma suíno por acidente… 😉 ]

É, esse post não tem muito a ver com texto ruim. Mas é obra de ectoplasma suíno. Seres assim são muito bem-vindos por aqui! 😉

Já disse aqui que muito me compadeço dos assessores de imprensa. Pois tal compaixão está migrando para a raça dos publicitários. Cara, se tem alguém que não pode ter uma ideia infeliz é um publicitário. Porque se isso acontecer, o produto do queridocliente é destruído a golpes de trocadilhos. Ou a golpes do destino, vai saber…

Foi mais ou menos o que aconteceu com a Folha de SPaulo. Sua agência, a África, do Nizan Guanaes, criou o tal do comercial da mosca que pousou na sopa do cara lá. Criar é um verbo meio forte, porque quem criou mesmo foi o Raul Seixas. A África (e a Folha, por tabela) se apropriaram da ideia e mandaram ver. E, na semana em que o tal do comercial inovador (cof, cof) foi lançado para angariar mais vítimas assinantes para o jornal, vem o seu Barack Obama e mata uma colhéga voadora em vídeo.

Não demorou muito para que um ectoplasma suíno juntasse os dois vídeos, o que deixou a situação (e o comercial) da Folha ainda mais ridícula(o). Confiram aí em cima…

(e que os deuses do Youtube sejam louvados, porque não fui eu quem escolhi a cara do Zé Simão pra se estampar no meu caldeirão, bem embaixo do título piada pronta define. Foi o Youtube quem fez isso sozinho. Se eu fiz isso por minha conta, por favor, me digam como foi porque eu não sei como isso aconteceu, juro…)



2 comentários sobre “Obama e a mosca da Folha (ou Piada Pronta define)”

  1. Zig comentou:

    O que leva um jornal a adotar um inseto propagador de doenças como símbolo? Mesmo que tudo tenha sido idéia da cabeça de merda (merda atrai moscas) de algum publicitário, está no contrato que nada vai ao ar sem a aprovação do contratante. Então essa idéia só criou asas (que trocadalho do carilho) depois de ser autorizada por alguém da Folha. Por outro lado, pode ter sido um case premonitório. A Folha já sabia que a exigência do diploma iria acabar e que os focas seriam substituídos por moscas transmissoras de bactérias.

    Abraço da sua leitora fiel, Zig.
    (Em tempo: talvez a galera só esteja sendo solidária ao Estadão, que abriu a temporada de propagandas imbecis de jornais com a campanha do “Pensa ÃO”.)

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