Semântica desenhada

Como vocês já sabem, curto muito gente que sabe escrever bem e se expressar de forma correta e adequada.

Por isso caí de amores por este desenho-definição de semântica feito pelo Carlos Latuff que, com um pé atrás (não lido com bruxas, você é malvada?), me autorizou a copiar e colar a charge dele aqui em meu mui humilde caldeirão.

Zifio, ssuncê é menino bão! Faz parte dos mitológicos ectoplasmas suínos que ajudam esta bruxa a exorcizar as amebas escreventes! Muito obrigada pela autorizçaão!

E não, eu não vou escrever mais nada. Prá quê, se o Latuff desenhou tudim?

Ó só:



9 comentários sobre “Semântica desenhada”

  1. Flavio Moreira comentou:

    Bom dia, Madrasta.
    Descobri seu site através do Escreva, Lola, Escreva. Já me diverti bastante lendo suas “desancações” de textos mal-escritos (é com hífen? já não sei mais…).

    Aqui está o link para um texto publicado hoje no portal do Nassif: http://www.advivo.com.br/blog/luisnassif/tempestade-solar-pode-afetar-telecomunicacoes. Acho que você irá se divertir.

    Abraços e parabéns pelo site.

  2. Mario Abramo comentou:

    Sizifia,
    parabéns pro Latuff e procê

    (e mais não digo pq Tico e Teco tão amarrados num nó borromeano. E tentando explicar garrafa de Klein pra quem não tem a mais mínima menor noção de topologia… 🙁
    Bjs

  3. Padrasto do Bom Texto comentou:

    Pois é. O tempo passa, o tempo voa, e a poupança Bamerindus… some junto com o banco.

    Eis que lendo um pouco mais do site encontro não só mais uma falha (intencional?) da Madrasta como essa empáfia (autocrítica?) do mesmo Mario Abramo com o qual eu concordava no outro post.

    Lattuf, a senhora e o Mario confundem o leitor desatento e só atrapalham o bom entendimento da verdade dos fatos.
    Vejamos se a Madrasta continua tendo crédito, se aceita mais esse comentário.

    —–

    Invasão NÃO PRESSUPÕE as características ressaltadas pelo autor do desenho – há um enviesamento do verbete “invadir” conforme a intenção clara de propaganda ideológica esquerdista.

    invasão |và|
    s. f.
    1. Acto ou efeito de invadir.
    2. Entrada violenta ou arrogante.
    3. [Figurado] Difusão, propagação.

    invadir |và| – Conjugar
    v. tr.
    1. Entrar como por direito próprio em.
    2. Penetrar em.
    3. Assenhorear-se de.

    Notem que as palavras “destruir” e “violenta”, que não se associam imediata e inexoravelmente à palavra “invadir”, são usadas pelo desenhista de modo a direcionar a interpretação do leitor.

    Em seguida encontramos o “argumento” de que os alunos não são agentes externos à Universidade, outra característica “pressuposta” de invasores.
    Pois bem, agente externo é uma definição que necessita de contexto, pois sugere uma relação entre distintos sujeitos e objetos. Serei eu agente externo ao invadir meu ânus, de maneira violenta e destrutiva, com meu próprio dedo? Se de maneira não violenta e/ou não destrutiva, não podemos chamar de invasão? Sendo meus o ânus e o dedo, não há agente externo envolvido e, portanto, não há invasão? Mas o dedo, em relação ao ânus, não seria agente externo, invasor?

    Assim colocado (ai que delícia!) notamos a manipulação da semântica daquele que se dizia ensinando-a. Os alunos não são agentes externos SOMENTE EM RELAÇÃO AOS ESPAÇOS A ELES RESERVADOS E GARANTIDOS CONFORME AS REGRAS – PREVIAMENTE ACEITAS NO MOMENTO DA MATRÍCULA – DA INSTITUIÇÃO EM QUESTÃO. Podem frequentar a Universidade APENAS NESSES ESPAÇOS. Quando alunos INVADEM a reitoria, SÃO AGENTES EXTERNOS, POIS TAL ESPAÇO NÃO É RESERVADO E GARANTIDO A ELES SOB NENHUMA HIPÓTESE.

    O modo intelectualmente desonesto pelo qual o autor do desenho tenta passar a ideia de que têm os alunos direito a estarem num espaço que não lhes pertence, permitir-nos-ia, por exemplo, dizer que podemos invadir todo e qualquer prédio público, dado que os contribuintes são “a razão de ser do Estado”. Poderiam também os sócios de um clube, frequentadores de um cinema ou quaisquer outros usuários de um serviço, em relação com seus fornecedores, invadirem espaços físicos que jamais constaram como de direito deles, tais como a sala da diretoria, a tesouraria, a bilheteria, a sala de projeção e por aí afora, já que a “razão de ser do clube são os sócios, do cinema os espectadores” e o diabo a quatro.

    Ademais, finalizando, o termo ocupação é mero eufemismo que em nada interfere na interpretação da ação obviamente autoritária dos alunos, incapazes de lutarem por suas reivindicações sem atropelarem um convívio civilizado, esse sim, que se pressupõe de postulantes de uma formação intelectual superior.

    Abraços.

  4. Jan comentou:

    WHO’S DEAD?Minhas lembrane7as Jacksonianas:-inveja do meu primo preibf3i que tinha todos os brnuoiedqs e os discos do MJ…-medo do clipe de Triller que passou no final do fante1stico…eu tinha 8 anos apenas,ou menos.-imitar a dane7a de BAD…-meu primeiro patre3o me pegar no flagra imitando os zumbeds de Triller..-comee7ar a ache1-lo ridedculo depois de Dangerous…Ou seja,gosto mais da Madonna…

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