A Nasa e os objetos sobreviventes

É oficial: setembro é o mês dos mortos aqui no caldeirão!

Hoje ainda é dia 22, e eu não aguento mais falar de mortos vivos por aqui. Até objeto resolveu adquirir vida!

Qué dizê, eu poderia estar estudano, eu poderia estar trabalhano, mas não, estou aqui exorcizano texto ruim. Dá licença, mas agora eu TENHO que exorcizar esta tetéia ininglix.

Daí que um tal satélite da Nasa vai cair na Terra. E a Agência Espacial Americana (=Nasa) publicou em seu site um estudo (!!!) que analisa o potencial perigo de esse satélite ingressar de volta na atmosfera terrrestre.  A página 4 da tal publicação deixa bem claro que a margem de erro das previsões é de 12.000 quilômetros – para mais ou para menos,(o que queira que isto venha a significar, como diria o outro).

Mas o legal mesmo tá na página 8 do documento.

Lá, a Nasa explica que existem cerca de 26 componentes maiores no tal do satélite que podem não se desmantelar quando entrarem na atmosfera, e… bem… cair na sua cabeça (isso num tá dito, tá só subentendido). Mas a maneira como a Nasa se refere a esses componentes é que é o motivo principal da criação deste post. Ó só:

“Objects expected to survive” = Objetos que podem sobreviver 

Human casualty = acidentes com humanos*

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Atualização: Alertada pelo Igor Senna, fui ver uma tradução mais precisa para casualty. Essa palavra pode ser traduzida como 

acidente
baixa
sinistro
perdas
desastre
infortúnio
Em outras palavras: não tucanaram as mortes humanas. Malzaê!
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quer dizer, os objetos podem sobreviver, mas o que acontecer com seres humanos (ou quaisquer outros seres… como dizer? Vivos? é, acho que é essa a palavra! Vivos!) será apenas um acidentchy.

Acho bom que você tome as devidas providências:

1- Não saia de casa sem um  guarda-chuva. Pode ajudar.

2- Procure uma banca de jogo do bicho e jogue no carneiro (26 = carneiro)

3- Se você for acertado por um pedaço de satélite, arranje um jeito de processar a Nasa. Pode lhe render uns bons trocadinhos! 😀

 

P.S.: segundo esse documento da Nasa, todos os cálculos foram realizados por um software específico pra analisar queda de objetos na Terra (não pergunte, por favor), chamado de Ferramenta de Análise de Sobrevivência de Reentada de Objetos (UEPAAA! Do inglês Object Reentry Survival Analysys Tool), ou Orsat – quase Tarso lido de trás pra frente. enfim, eu tinha que dividir essa abobrinha aqui com cêistudo. Pronto, passou!)



3 comentários sobre “A Nasa e os objetos sobreviventes”

  1. Igor Senna comentou:

    Querida Madrasta,
    Pelo que eu sei, o uso de “Casualty” não seria eufemismo, pois ela se traduz MESMO como “acidente onde ocorre mortes ou perdas”, principalmente no meio militar. E tradução de “casualidade” não é “casualty”.

  2. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    oops! #cejura?
    então faço o meaculpa e rapo isso fora
    Valeu por avisar!

  3. Negão comentou:

    Prezada Madrasta

    Considerando que a circunferência da terra é de 40.000 Km( no equador ) e os hipersupermega computadores da NASA dão uma previsão de 12.000 Km para mais ou para menos, ou seja, 24.000 Km e sendo a banda do nosso globo de 20.000 Km quer dizer que o troço pode cair em qualquer lugar de um lado da terra e ainda sobre 2.000 Km para cada lado, sei não viu mais isso até minha sobrinha de 5 anos poderia fazer está previsão. Fico imagino HH envolvido nessa história para mim isso é mais um ensaio para ver como repercutir tal notícia na internet, na mídia em geral, uma “viajada” da minha parte…

    Inté

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