Mortos inovadores: estes vêm com trava-línguas! (e um ônibus falante de brinde!) \o/

Gente, os mortos surtaram! E a coisa começou em julho! A dica foi da Aline Rodrigues nos comentários do blog:

Leiam só este texto publicado no Globo Online, aqui:

Ônibus que atingiu oito motos e matou três mortos invadiu contramão
SÃO PAULO – O ônibus que atingiu pelo menos oito motos, causando a morte de três pessoas, na Avenida Cupecê, na Zona Sul de São Paulo, invadiu o corredor exclusivo na contramão. O motorista disse aos policiais que perdeu o freio. Ele disse também que o banco onde estava correu para trás e ele perdeu o controle do veículo. Nenhum dos passageiros do ônibus se feriu.
(…)

Agora, responda sem consultar o texto:

– As motos foram mortas?

– Os mortos que o ônibus matou já estavam mortos quando morreram? Chuck  Norris sabe disso?

– Os mortos das motos eram motes?

– Mateus meteu o mate na mata?

– As motos foram enfiadas no título pra disfarçar a morte dos mortos?

Enfim, quando um texto levanta mais dúvidas do que esclarece, sinal de que ficou uma bosta, né?

Mas sou obrigada a reconhecer que curti o trava-línguas: “mortes de mortos em motos”! 😀

***********

Atualização de 5/9

gente, olha só por que eu amo tanto meus leitores! coemtnário de ontem:

Silvana Persan

Calma, tem mais. A legenda da foto (tem que clicar na imagem para a legenda aparecer): “Ônibus DIZ ter perdido o freio”.

vou correr pra ver

 

Então temos praticamente uma notícia de contos de fada! um ônibus falante e mortos que morrrem depois de mortos!

Os porquinhos, claro, são os ectoplasmas suínos que denunciaram o feito.

a bruxa má é esta que vos fala!

Tá faltando uma princesinha e um príncipe!



13 comentários sobre “Mortos inovadores: estes vêm com trava-línguas! (e um ônibus falante de brinde!) \o/”

  1. Silvana Persan comentou:

    Calma, tem mais. A legenda da foto (tem que clicar na imagem para a legenda aparecer): “Ônibus DIZ ter perdido o freio”.

  2. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    GAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHq!
    CEJUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUURA?!?!?!?!?!?!?!
    DEIXA EU VER ISSAQUIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

  3. Marlena comentou:

    Madrasta, você não presta.

    Abraços ectoplásmicos.

  4. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    \o/

  5. Alexandre comentou:

    acredito estar explicado agora o porquê do lançamento dos “Princípios editoriais das Organizações Globo” em agosto hehehehe

  6. Man_Tecapto comentou:

    Sem mencionar a repetição da palavra disse. “O motorista disse aos policiais que perdeu o freio. Ele disse também que o banco onde estava”

    Ficou um disse-que-disse só.

  7. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    Ah, mizifio, ssuncê tá muito inzigente! num texto onde matam mortos você tá reclamando da repetição do verbo dizer? Afff… quer ser assistente de caldeirão? 😉

  8. Helen Lima comentou:

    E o texto é gringo também:

    a grade que “separar” as duas pistas do corredor exclusivo de ônibus foi arrancada.

    Adorei o ônibus falante. hahahahaha

  9. Aline Rodrigues comentou:

    Aeeew, emplaquei um post num dos meus blogs favoritos! Vou pegar um ônibus que não fale e sair pro feriadón \o/\o/\o/

  10. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    \o/ Volte sempre! novidades como a que vc enviou são sempre bem-vindas! \o/

    e bom feriado pra ssuncê, zifia!

  11. Kamila comentou:

    Muito bom esse site, eu como uma futura jornalista estou morrendo de rir.

    Parabéns.

    Kaa.

  12. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    \o/ Obrigada, zifia! Que Nossa Senhora da concordância nominal ilumine seus caminhos! 😀
    E volte sempre!!!

  13. H. C. Paes comentou:

    Não desculpa a monstruosidade, mas o estagiário ou mancheteiro provavelmente acrescentou o “mortos” porque, se não o fizesse, a chamada ficaria “atingiu oito motos e matou três”. Teríamos, então, a morte de motocicletas perpetrada por um ônibus falante. Provavelmente com direito a depoimentos das cinco motos sobreviventes.

    Ao tentar evitar o ridículo, o coitado atingiu o opróbio. Este é um caso típico de “a emenda foi pior do que o soneto”.

Publicado com o WordPress