Tragédia, homofobia ou redação de merda mesmo?

Aí você lê um troço desses e começa a elucubrar o que realmente aconteceu:

1- Quem morreu no Hopi Hari foi um travesti

2- Quem causou a morte no Hopi Hari foi um travesti

3- @ culpad@ pela morte no Hopi Hari foi um@ travesti

4- A morte do Hopi Hari foi encomendada a um travesti, que falhou na missão

5- A morte se fantasiou de travesti e foi passearno Hopi Hari

6- Um travesti tentou acertar a Morte no Hopi Hari

7- Uol refere-se a travestis de forma politicamente incorreta

8- O redator das chamadas do Uol falhou vergonhosamente na redação desse texto

 

Nessas horas eu sempre me lembro desse trechinho do Pica-Pau:

Oi? quem disse?



3 comentários sobre “Tragédia, homofobia ou redação de merda mesmo?”

  1. Marlena comentou:

    Porra, Uol!

  2. Fernando comentou:

    Madrasta,

    Você viu a Veja desta semana? (Desculpas duplas, uma pelo trocadilho, outra por citar esta indispensável e lamentável publicação).
    Tem uma chamada de capa sobre os “pilotos” de jet ski não terem “carta”.
    A Veja acha que o Brasil é só São Paulo e se esquece que “carta” no resto do pais é aquilo que hoje foi substituido pelo e-mail.
    O tal documento que atesta que o motorista ou piloto tem habilitação para digigir não deveria ser chamado de “carteira de habilitação” ou “carteira” ou “CNH” ou vá lá “carteira de motorista”?

  3. Madrasta do Texto Ruim comentou:

    pois é. Isso é erro de edição feio. Poderiam ter mantido “carta” (se colocassem, logo a seguir, um parêntese explicando que carta = carteira de habilitação)

    Mas não há de ser nada. Se você reparar, a Veja caminha para a fundação de um país próprio, a República das Margens do Rio Pinheiros – um paisote com alguns quilômetros de extensão, que reúne o que de pior tem SPaulo: a elite da Daslu e do Shopping Cidade Jardim e o esgoto a céu aberto do rio Pinheiros. Nessa República, totalmente tucana, carta é a única forma de dizer carteira de motorista…. 😛

    abração!

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