Vamos lavar louça com a tia Iná?

Sinceramente, não sei por que tanto oba-oba em torno de dona Tessália. qualquer coisa que ela diga vira um tsunami no Twitter.

Eu não sabia do que se tratava; após inteirar-me do assunto, percebi a falta de o conteúdo da moça, e resolvi ignorar. Simples e pacificamente.

Mas a Folha de SPaulo eu não ignoro, não! Como se não bastasse o conteúdo de odor questionável, a redação adicionou mais bosta ao caldo. Nesta página aqui está a história completa sobre a polêmica* (?!?!?!) do uso de scripts no Twitter (blablabla whiskas sachê blablabla pedaçinhos blablabla humano analfabeto blablabla). Mas vamos acompanhar a sopa de bosta:

* Minha tia tem uma teoria muito boa pra esses casos: “Isso é falta de louça! Se esse pessoal tivesse louça pra lavar em casa, não ficaria se preocupando com inutilidades!” Miacaaaaaaaaaaaabo com a tia Iná (Não, ela não é dicionário…)!!!
É o caso da publicitária Tessalia Serighelli, 22, que planeja abrir uma agência de mídias sociais. “Acredito que, àqueles que entendem o real uso do Twitter, sou vista como visionária, sem medo de experimentar, errar, e finalmente, acertar a fórmula”, diz.
Ela usou o método do “script” que adiciona muitas pessoas em um curto espaço de tempo –esperando que os internauta retribuam o ato. Hoje, seu perfil segue mais de 66 mil. Quase 70 mil seguem ela de volta.
“Quanto às pessoas que me criticam pelo uso do script, digo que uma hora ou outra os anunciantes vão precisar usar scripts. E graças às críticas dessas pessoas eu vou saber o que usar e como usar”, afirma. “Criei meu Twitter para fazer testes, saber o que posso e o que não posso fazer. O @twittess é uma maneira de entender o comportamento humano no Twitter. E a única forma de aprender isso é testando. Coisa que as grandes agências e as grandes marcas têm medo de fazer. Eu criei uma personagem, e testei de tudo, e ainda vou testar muito mais.”
“Silicone”
“Sou contra [o uso de ‘script’]. A melhor definição provém do [apresentador] Marcelo Tas: é um silicone do Twitter. Você sabe que é falso, que não nasceu ‘peituda’. É como misturar massa com banana. Um milhão de seguidores com script não equivalem a um milhão de seguidores obtidos naturalmente”, observa o blogueiro Cris Dias, 36. A analogia, entretanto, é de autoria da blogueira e apresentadora Rosana Hermann (http://queridoleitor.zip.net).
De acordo com ele, no caso de Tessalia, alguns usuários pensam que se trata de “uma ‘siliconada’ que se acha naturalmente gostosa”. “Ela fala como especialista em mídias sociais, e isso irrita algumas pessoas”, observa. “Eu não tenho opinião própria sobre o caso dela, vamos ver o que ela vai trazer de novo”. O blogueiro tem mais de 12 mil seguidores no seu perfil.
Mesmo assim, ele não acha que deva existir uma ferramenta que “monitore” o uso de scripts que inflam os seguidores. “Se eu te sigo no Twitter, não estou preocupado no seguidores, estou preocupado com o seu conteúdo”, analisa.
Já Tessalia diz que enxerga problemas em “pessoas que não sabem usar [o ‘script’]. Mas, com o tempo, e o amadurecimento das mídias sociais no Brasil, ferramentas como essa deixarão de serem tidas como ‘monstros’ e passarão a fazer parte do nosso dia-a-dia virtual”.

(…)

É o caso da publicitária Tessalia Serighelli, 22, que planeja abrir uma agência de mídias sociais. “Acredito que, àqueles que entendem o real uso do Twitter, sou vista como visionária, sem medo de experimentar, errar, e finalmente, acertar a fórmula”, diz. [é o tipo de frase que quem sabe escrever pouquinha coisa melhor vai tentar reescrever até ficar, no mínimo, menos dúbia. A tchutchuca que escreveu essa toba (Twitess ou autora da reportagem? Quem dá mais? A-rrá!) tava crente que tava abafando no àqueles com crase, mas crase não se aprende com scripts.]

Ela usou o método do “script” que adiciona muitas pessoas em um curto espaço [Harebaba!! Harebaba!! Tempo não se mede como superfície! Não existe espaço de tempo, o que existe é período! Pe-río-do! E não há necessidade de dizer período de tempo, viu? Isso já é pleonasmo!] de tempo –esperando que os internauta [Taí uma forma de fazer com que eu não implique com um gerúndio desnecessário. É SÓ ERRAR NA CONCORDÂNCIA, PORRAAAAAAAAAAA!!!] retribuam o ato. Hoje, seu perfil segue [Aiomeusaco!!! Perfil segue, é? Serve cafezinho, também?] mais de 66 mil. Quase 70 mil seguem ela de volta.

“Quanto às pessoas que me criticam pelo uso do script [Né por nada não, mas aquele àqueles lá de cima tá me cheirando a Twitess. Se ela craseou aqui embaixo, deve ter craseado lá em cima porque… sei lá, simetria? Beleza plástica? Mas essa crase daqui tá certa. Lá nos imrriba é que mora o problema!], digo que uma hora ou outra os anunciantes vão precisar usar scripts [Se considerarmos que script é uma entidade que segue, faz cafezinho, lava, passa, cozinha e chuleia, por que ele não haveria de se tornar consumidor numa sociedade capitalista, né?] . E graças às críticas dessas pessoas eu vou saber o que usar e como usar” [hummm… crítica construtiva, né? que bom que ela aprende assim… ENTÃO APRENDE A ESCREVER, AMEBAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!] , afirma. “Criei meu Twitter para fazer testes, saber o que posso e o que não posso fazer. O @twittess é uma maneira de entender o comportamento humano no Twitter [é uma forma de ensinar aos scripts as prendas do lar, né?] . E a única forma de aprender isso é testando. Coisa que as grandes agências e as grandes marcas têm medo de fazer. Eu criei uma personagem, e testei de tudo, e ainda vou testar muito mais. [Genteeeeeeeeeee!!! A twitess é uma moça booooouuuuuuuuaaaaaa!! Ela testa as coisas para outrem! Ah, quérida, eu tenho aqui um chazinho que não sei se tem arsênico ou não. Testa pra mim, por favor?]

(…)

Já Tessalia diz que enxerga problemas em “pessoas que não sabem usar [o ‘script’]. Mas, com o tempo, e o amadurecimento das mídias sociais no Brasil, ferramentas como essa deixarão de serem tidas como ‘monstros’ [Taí um caso de simetria de bosta! o texto tá mal-escrito lá em cima e encerra com chave de ouro prata bronze Galvão Bueno latão! e passarão a fazer parte do nosso dia-a-dia virtual”.

‘Bora reescrever a bagaça:

É o caso da publicitária Tessalia Serighelli, 22, que planeja abrir uma agência de mídias sociais. “Acredito que os que entendem o real uso do Twitter me vêem como visionária, sem medo de experimentar, errar, e finalmente, acertar a fórmula”, diz.

Ela usou o método do “script”-vírgula, que adiciona muitas pessoas em pouco tempo na esperança de que os internautaS retribuam o ato. Hoje, ela segue, em seu perfil, mais de 66 mil. Quase 70 mil seguem ela de volta.

Aos que me criticam pelo uso do script, digo que uma hora ou outra os anunciantes vão precisar usar scripts. E graças às críticas dessas pessoas eu vou saber o que usar e como usar”, afirma. “Criei meu Twitter para fazer testes, saber o que posso e o que não posso fazer. O @twittess é uma maneira de entender o comportamento humano no Twitter. E a única forma de aprender isso é testando. Coisa que as grandes agências e as grandes marcas têm medo de fazer. Eu criei uma personagem, e testei de tudo, e ainda vou testar muito mais.”

(…)

Já Tessalia problemas em “pessoas que não sabem usar [o ‘script’]. Mas-sem vírgula com o tempo-sem vírgula e com o amadurecimento das mídias sociais no Brasil, ferramentas como essa não mais serão tidas como ‘monstros’-vírgula, e passarão a fazer parte do nosso dia-a-dia virtual”.

E aí, quem vai lavar louça com a tia Iná?



Um comentário sobre “Vamos lavar louça com a tia Iná?”

  1. marumaki comentou:

    Não vou ficar dando palpites, mesmo porque para mim a língua portuguesa é como um fantasma que amedronta, mas realmente achei o texto muito mal escrito para estar num jornal como a Folha.

    Por morar fora do Brasil há muitos anos, não tenho como ler a versão impressa da Folha, mas se seu nível de redação estiver no mesmo nível da versão online, Frias deve estar se revirando no túmulo.

    Por fim, achei estranho você não ter corrigido a expressão “70 mil seguem ela de volta”, mas tudo bem.

    Abraços e parabéns por manter este excelente blog!

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